terça-feira, setembro 06, 2016

A BADERNA VERMELHA




Os vermelhos intensificaram a prática do que sabem fazer de melhor: agitar, atacar, vandalizar. Os dias que se seguiram à posse efetiva de Temer foram marcados por atos de destruição praticados  por integrantes de movimentos políticos – PT, CUT, MST, UNE – que obedecem cegamente os ditames de uma ideologia falida e de líderes irresponsáveis e corruptos.

As ideologias pressupõem um alvo a ser alcançado, utilizando-se de todos os recursos ilícitos ou não, violentos ou não. É o célebre “os fins justificam os meios”,atribuído a Maquiavel. Ideologias foram o grande mal do século passado, responsável por milhões de mortes Mas alguns insistem em prolongar a sua sobrevida no século XXI.

A retirada do PT do poder significou para essa gente  não somente uma perda ideológica mas também uma perda de poder e de recursos financeiros fornecidos pelo governo. Sabemos que todos esses movimentos sobreviveram de recursos tomados da sociedade através de impostos, que agora, esperamos,  deixarão de jorrar para os seus cofres.

Felizmente, a maioria da sociedade tem condenado com veemência a política do caos que o PT e seus aliados querem instalar no país, visando desestabilizar o governo Temer. Essa mesma sociedade, é bom lembrar, votou em Lula, em 2002, porque acreditou nas promessas de um governo responsável, distante do radicalismo que sempre marcou a atuação do PT. A sociedade se enganou.

Após três sucessivos governo, o que herdamos do PT foi um País sufocado pela estagnação econômica, pelo desemprego e pela corrupção institucionalizada. Os baderneiros vermelhos, que protestam contra a anunciada política de austeridade do novo governo, podem gritar,  espernear, vandalizar, mas só conseguirão da sociedade  o desprezo  e a rejeição. E o desejo de ver com urgência Lula na cadeia e Dilma definitivamente afastada da vida pública.