quinta-feira, junho 02, 2016

MUITA VISIBILIDADE, NENHUMA CREDIBILIDADE




MUITA VISIBILIDADE, NENHUMA CREDIBILIDADE
Alguns  governos e parte da imprensa internacional compraram a mentira petista de que no Brasil está ocorrendo um golpe. Quanto aos governos – Venezuela, Cuba, El Salvador e Bolívia – nem vale a pena comentar. São ditadores  da esquerda populista que deveriam se preocupar em administrar os seus países, todos em processo de falência. Quanto à  imprensa, é lamentável que ocorra esse desconhecimento e essa deturpação da verdade. Correspondentes estrangeiros  aqui sediados, teriam por obrigação, em razão da função que exercem, conhecer melhor o país e suas leis.

Se conhecessem o Brasil, veriam que, desde o primeiro mandato de Dilma, a recessão, a inflação e a corrupção tem sido as marcas do governo agora afastado. Saberiam que a Petrobras, uma as maiores prtrolíferas do mundo, quase foi à falência, devido a uma quadrilha instalada lá pelos governos petistas. Saberiam, principalmente, que o processo de impeachment é totalmente constitucional e, neste caso, foi  aplicado para julgar uma presidente acusada de  crimes de responsabilidade. Dilma está sendo julgada por editar decretos sem anuência do Congresso e por maquiar o orçamento da União. O processo passou por uma comissão e pelo plenário da Câmara, e agora se encontra sob exame de uma comissão no Senado. Tudo referendado pelo STF.

A mentira do “golpe” ganhou visibilidade mas nenhuma credibilidade visto que não se conhece na História política mundial a derrubada de um chefe de estado, inicialmente reivindicada  pelas multidões que foram às ruas,  depois  debatida  pelo Congresso Nacional, aprovada pelo Supremo Tribunal e apoiada por organizações da sociedade, como a OAB. Também não se conhece nenhum assalto ao poder em que a golpeada deixa o país para discursar na ONU, e, ao retornar, recebe de volta, pacificamente, a presidência do golpista. É também inédito o fato de um presidente afastado do cargo por força de um golpe de estado, continuar a morar no palácio do governo, com  direito a um avião, e poder se movimentar livremente pelo país. Ou seja,tudo isso  seria absolutamente inédito, se fosse verdade.

Recentemente, a fraude petista foi pretensamente reforçada com a divulgação das gravações que mostram Romero Jucá, então ministro do Planejamento do novo governo, defendendo a saída de Dilma e a ascensão de Temer como solução para estancar a “sangria”. Esse fato nada significa  a não ser que Jucá, até ontem um apoiador do governo petista, esta investigado pela  Lava Jato e procura uma saída. Aceitar o que o PT quer fazer crer é atribuir a Romero Jucá um poder que ele de fato não tem. Apesar das chicanas dos petistas na Comissão do Impeachment, o processo está correndo tranquilo. Prosseguindo assim, Dilma, que já deixou o Planalto  pode se despedir do Alvorada e do avião. O país tem que caminhar para frente.
 

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