terça-feira, janeiro 06, 2009

RESPOSTA CONTUNDENTE AO TERRORISMO

É evidente que todos os amantes da paz mundial torcem para que a atual situação tenha um fim rápido. Mas não se pode exigir de Israel, sob a pressão constante de vizinhos que não escondem o desejo de destruí-lo, que seja complacente com o terrorismo. Sob este ângulo, é compreensível e legítima a reação contundente aos ataques palestinos. Artilharia israelense dispara contra alvos em Gaza

RESPOSTA CONTUNDENTE AO TERRORISMO

No atual conflito entre Israel e organizações terroristas palestinas, é preciso levar em conta que as sistemáticas agressões sofridas por Israel antes que o seu governo tomasse a extremada decisão de bombardear a Faixa de Gaza e invadir o território sob o domínio do Hamas.

Uma grande parte da opinião pública mundial tem se manifestado contra os bombardeios israelenses, pelo número significativo de mortos e feridos resultantes da artilharia israelense. É inegável a dramaticidade da situação vivida pela população civil do território de Gaza, que somente poderá ser solucionada numa mesa de negociação, desde que exista de fato a determinação de uma paz definitiva e justa na região.

Infelizmente, esta determinação não faz parte dos projetos do Hamas, grupo terrorista que ocupa o território de Gaza desde junho de 2007, e cujo propósito exclusivo é a destruição do Estado de Israel. Com uma organização desse porte sob seus calcanhares, a assolar o seu território 24 horas por dia , 365 dias por ano, com ataques e atentados contínuos contra cidades e cidadãos israelenses, é impossível qualquer acordo que não resulte em submissão e fraqueza.

Sob a mediação do governo norte americano, nas últimas décadas aconteceram diversos entendimentos com os grupos moderados da Palestina, em especial o Fatah, que resultaram em avanços importantes para o povo palestino e abriram grandes perspectivas para a paz definitiva na região.Mas a intransigência do Hamas tem posto tudo a perder.

É evidente que todos os amantes da paz mundial torcem para que a atual situação tenha um fim rápido. Mas não se pode exigir de Israel, sob a pressão constante de vizinhos que não escondem o desejo de destruí-lo, que seja complacente com o terrorismo. Sob este ângulo, é compreensível e legítima a reação contundente aos ataques palestinos.

Portanto, qualquer acordo de paz que se pretenda definitivo terá que considerar o direito que Israel tem de viver livre das agressões árabes tanto quanto o dos palestinos à sua autodeterminação.Neste caso, a Justiça não pode ser uma via de mão única.
060109

5 comentários:

Anônimo disse...

Pois, você, comentarista não percebe que é justamente este tipo de mentalidade sua que reflete exatamente o que acontece lá. No afã de se sentirem todos injustiçados, de um lado e de outro, é que esse conflito nunca termina. Você não percebe que não existe mais certo e errado nesta guerra? Só existe o errado. Não importa mais quem começou o que, quem incitou quem. Estão todos sendo vitimados por um ódio e cega intolerância mútua. Veja sua atitude. Não existem santos nem sábios nessa guerra suja e imoral.

Cleis disse...

Vc fala em terrorismo árabe e está sendo parcial. A ação do governo israelense é o quê, se não um ato do mais puro terrrorismo??

A VERDADE A MIDIA ESCONDE disse...

A imprensa, dominada pela esquerda deturpa a verdade. E a verdade é que em 1948 Israel não entra em guerra com ninguém. Foi atacada, a população palestina é incitada a sair de suas terras por líderes árabes que queriam o caminho livre para "jogar todos os judeus ao mar". Foram duramente rechaçados e as pessoas tiveram seu retorno dificultado pela fronteira que agora era defendida por um exército regular. Os que ficaram não foram expulsos, muitos lá estão até hoje e possuem padrão de vida superior a qualquer dos países que tentaram invadir o novo Estado de Israel.

A VERDADE A MIDIA ESCONDE disse...

A imprensa, dominada pela esquerda deturpa a verdade. E a verdade é que em 1948 Israel não entra em guerra com ninguém. Foi atacada, a população palestina é incitada a sair de suas terras por líderes árabes que queriam o caminho livre para "jogar todos os judeus ao mar". Foram duramente rechaçados e as pessoas tiveram seu retorno dificultado pela fronteira que agora era defendida por um exército regular. Os que ficaram não foram expulsos, muitos lá estão até hoje e possuem padrão de vida superior a qualquer dos países que tentaram invadir o novo Estado de Israel.

R ALEXANDRE disse...

Faço de forma simples a seguinte leitura:
Israel tem que ter um lugar para morar, quem iniciou agora a ofenssiva mandando mísseis para Israel foi a Palestina por meio de seu Partido Político e terrorista Hamas e seus homens bombas.
Obviamente os 2 lados tem sua versão, porém colocar crianças na linha de frente é um absurdo.
Guerra é guerra, Não dá para medir artilharia, agora não adianta chorar as mortes de tantos palestinos. Israel está se defendendo. Este fato agora só começou porque o Hamas deu o pontapé inicial com seus mísseis.
O que esperavam? Que Israel ficasse quieto? Só pq Israel tem um infinito e maior pioder de fogo que agora este país aparece como o vilão da História? O Hamass partido político terrorista da Palestina é o grande responsável pela ofenssiva Israelense.
Estou do lado de Israel