quarta-feira, setembro 17, 2008

POPULARIDADE E PRESTÍGIO

Prestígio resulta de uma avaliação positiva da História , e está calcado em ações consistentes e transformadoras no campo político, econômico ou social.Certamente, a avaliação positiva que a maioria da população faz do governo Lula não está referendada em nenhuma obra consistente de governo, mas em ações de impacto imediato, alimentadas por intensa propaganda governamental e pelo próprio carisma do presidente.

Três presidentes populares: JK e Getúlio, além da popularidade, ganharam o prestígio, por conta de uma obra governamental consistente e transformadora.

POPULARIDADE E PRESTÍGIO

Pesquisas divulgadas na última semana mostram o aumento da popularidade do presidente Lula. A pesquisa Data-Folha revela que 64% dos brasileiros consideram o governo atual “ótimo” ou “bom”, o que coloca Lula como o presidente melhor avaliado dede 1985, quando teve início a série de governantes civis, após o período militar. Seria motivo de comemoração se esse pico de popularidade fosse reflexo do reconhecimento por uma obra governamental sólida e permanente. Mas não é o que acontece.

Popularidade nem sempre é sintoma de prestígio do governante, e sinal de administração competente. Dá votos na hora de disputar eleição, mas não coloca o governante no panteão da História. Em muitos casos, advém de fatores circunstanciais, passageiros e inconsistentes, como frutos de ações demagógicas de governos populistas. Quando não embasada numa obra consistente de governo, costuma ser tão fugaz quanto a duração dos castelos de areia.

Prestígio resulta de uma avaliação positiva da História , e está calcado em ações consistentes e transformadoras no campo político, econômico ou social.Certamente, a avaliação positiva que a maioria da população faz do governo Lula não está referendada em nenhuma obra consistente de governo, mas em ações de impacto imediato, alimentadas por intensa propaganda governamental e pelo próprio carisma do presidente.

Presidentes que passaram por ondas de grande popularidade, já tivemos alguns: Sarney, por exemplo, foi extremamente popular nos meses de vigência do Plano Cruzado, mas terminou o seu mandato de maneira melancólica, com um dos mais altos índices de reprovação; Itamar Franco também teve os seus dias de glória por conta da implementação do Plano Real, mas hoje ninguém mais se lembra dele; até mesmo o general Médici, o terceiro dos cinco presidentes do Regime Militar,que governou o Brasil embalado pelo “milagre econômico” e pela conquista da Copa do Mundo de 1970,costumava ser aplaudido pela massa de torcedores que lotava o Maracanã nas tardes de domingo, mas hoje é lembrado como o símbolo do que a ditadura teve de pior.

Presidentes populares, porém donos de um prestígio conquistado pela eficiência e pela influência de seus governos, tivemos poucos. Talvez, apenas dois: Getúlio Vargas, o construtor do Estado Brasileiro, tal como conhecemos, e Juscelino Kubitschek, que administrou a era de maior desenvolvimento econômico que o País viveu.Presidentes influentes, porém impopulares, também tivemos poucos. O mais recente deles, Fernando Henrique, deu início uma reforma do Estado, privatizou estatais garantiu a solidez da moeda, equilibrou as finanças, mas, ao final do seu segundo mandato foi atingido por uma onda de impopularidade, em grande parte alimentada pela intransigência do PT e seus aliados. Porém, populares ou impopulares, esses três governantes deixaram como herança obras definitivas, que, para o bem ou para o mal, os colocaram no topo do ranking da eficiência e do prestígio.O que não acontece com o atual presidente.

As razões da popularidade de Lula não são difíceis de identificar: a política assistencialista; o seu indubitável carisma, que se traduz na facilidade com que se comunica com a população mais simples; uma conjuntura econômica mundial favorável - que pode ser finalmente abalada com a atual crise norte-americana-; e uma eficiente máquina de propaganda que multiplica por mil os fatos positivos de seu governo, mesmo que incipientes, como a recente descoberta de reservas de petróleo abaixo da camada de sal.

Já as razões para se entender a associação entre a popularidade do presidente e a pretensa eficiência de seu governo não são tão fáceis de compreender: nos cinco anos e meio de atuação, o governo Lula não empreendeu uma obra sequer que mereça destaque. Desde 2003,quando herdou de FHC a casa arrumada e as finanças equilibradas, se limita a empurrar o governo com a barriga, ao sabor do momento e das circunstâncias.

Perdeu a chance de entrar para a História como estadista ao se negar a implementar, no mínimo, três reformas fundamentais para o futuro do País: a reforma da educação, a reforma do Estado, incluindo a reforma tributária, e a reforma política.Por outro lado,a situação da saúde pública nunca esteve tão caótica, as estradas nunca estiveram tão esburacadas. A segurança pública deixou de ser um mero assunto de polícia e passou a ser também um caso de estratégia militar, tal a complexidade que assumiu. A corrupção continua a perambular nos corredores do Planalto e nas ante-salas do gabinete presidencial. Enquanto isso, a carga tributária aumenta na mesma medida em que diminui a eficiência das obras e dos serviços prestados à sociedade.

Por isso a onda de popularidade do presidente Lula pode ser motivo de comemoração para seus partidários, mas deve ser motivo de reflexão das demais pessoas. Adiante, quando o seu governo for submetido ao crivo da História, o que mais restará para dizer? Getúlio deixou como herança um Estado consolidado e uma Legislação trabalhista, JK deixou a expansão do desenvolvimento, e FHC deixou um Estado reformado e as finanças ajustadas. E Lula, o que vai deixar, para que não entre para a História como um presidente popular de um governo vazio?

Inebriado pela presente popularidade, a avaliação crítica da História provavelmente seja a última de suas preocupações. Com certeza, sonha com o retorno triunfal ao poder em 2014, seja qual for o seu sucessor. Poderá cair do cavalo, e passar do sonho ao pesadelo, se o tal sucessor realizar um bom governo, e fizer tudo o que ele deixou de fazer.
170908

16 comentários:

Anônimo disse...

LULA é uma grande farsa. Sem mais comentários.

Anônimo disse...

Nunca vi tamanho sofisma num artigo. Não saber reconhecer o que a maioria absoluta dos brasileiros já reconheceu é ignorância ou m´[a fé

tunico disse...

Pois é, Hitler também tinha 70% de popularidade e deu no que deu.

Renato disse...

FHC é mesmo um gênio, o maior presidente que este país já teve.
O Lula e o PT, copiaram, seguiindo a risca o plano economico criado, e, iniciado por ele.
Sendo assim, Lula deve a FHC a popularidade alcançada, embora eu não acredite nos números vinculados ao Lula nas pesquisas, pois ninguém creditaria a ele(Lula) números tão generosos, tendo em vista tratar-se de um governante ruim demais, um grande demagogo, apenas isso.
A marca de Lula é o lero-lero, a lenga-lenga do blá blá blá, e ainda por cima, montado no cavalinho empacado da marca pocotó pocotó pocotó, munido de bandeirinha e kit PT.
Que lastima!!!
Ainda bem que falta apenas dois anos para aturá-lo!

Anônimo disse...

Enquanto isso, no Brasil sem Lei do Lulla-PTóquio-Aloprado e seus lullanático temos a República da Grampolêndia.

Vejam:


À CPI, Jobim confirma que maletas da Abin são capazes de fazer escuta
GABRIELA GUERREIRO - da Folha Online, em Brasília - 17/09/2008 - 15h22

O ministro Nelson Jobim (Defesa) reiterou nesta quarta-feira em depoimento à CPI das Escutas Clandestinas da Câmara que recebeu a informação de que as maletas compradas pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) em conjunto com o Exército para a execução de varreduras ambientais têm capacidade para realizar grampos telefônicos.
Jobim disse, porém, que as Forças Armadas não têm aparelhos com capacidade para realizar escutas --uma vez que as maletas foram compradas exclusivamente para o uso da Abin, que não tem autonomia para comprar os aparelhos e, por isso, precisou do apoio do Exército.
"Eram três instrumentos [de varreduras], um deles feito junto à comissão de compras do Exército em Washington. Havia informações de que esses instrumentos tinham condições de fazer interceptação. Depois vieram notícias da participação da Abin no caso. O Exército não comprou para si, mas a pedido do GSI esses instrumentos. A informação que eu tinha é que isto viabilizava interceptação", disse Jobim.
O ministro reiterou que foi informado pelo próprio Exército de que as maletas têm capacidade de realizar escutas, mas ressaltou que o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Jorge Felix, ficou de posse do material para checar se realmente tem condições de fazer grampos.
Felix negou publicamente que as maletas tenham condições de executar grampos, o que acabou deixando os dois ministros com versões distintas sobre os equipamentos. Jobim disse que a Abin não tem competência para realizar escutas telefônicas, como proibido pela Constituição Federal.
"Durante reunião com o presidente Lula, eu disse que não competia à Abin esse tipo de participação. A função da Abin não está distante dos processos criminais, mas as investigações de crime comum são competência da Polícia Federal, Ministério Público e Justiça. Não haveria justificativa para a participação da Abin nesse tipo de atividade."
Depoimento
O depoimento de Jobim à CPI das Escutas Clandestinas estava marcado para a semana passada, mas o ministro adiou sua ida à comissão com o argumento de que precisava acompanhar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem a Coari (AM).
Jobim, porém, acabou não participando da viagem devido a uma crise alérgica. Nos bastidores, parlamentares avaliam que a estratégia do Palácio do Planalto foi tirar o ministro do foco da CPI em meio à dupla versão sobre as maletas apresentadas por Jobim e pelo ministro-chefe do GSI.

Anônimo disse...

Jobim: participação de Abin em ação da PF é ilegal
O depoimento do ministro da Defesa, Nelson Jobim, à CPI das Escutas Clandestinas não poderia ser mais claro. Com a autoridade de quem já presidiu o Supremo Tribunal Federal e, vá lá, sabe o alcance das leis, ele reafirmou: a participação da Abin em investigações criminais é ILEGAL. Logo, o delegado Protógenes Queiroz e a Agência Brasileira de Inteligência — isto, digo eu, não ele — agiram de modo ilegal. O ministro também afirmou que a Constituição não autoriza a quebra de sigilo de e-mails.

O ministro afirmou que as maletas de varredura da Abin, que permitem fazer escutas telefônicas, foram compradas em conjunto com o Exército porque a agência não tem autonomia para esse tipo de aquisição: “Eram três instrumentos [de varreduras], um deles feito junto à comissão de compras do Exército, em Washington. Havia informações de que esses instrumentos tinham condições de fazer interceptação. Depois vieram notícias da participação da Abin no caso. O Exército não comprou para si, mas a pedido do GSI esses instrumentos. A informação que eu tinha é que isto viabilizava interceptação".


Por Reinaldo Azevedo

Anônimo disse...

Política externa brasileira é delinqüente
(leia primeiro o post abaixo)
A entrevista de Lula, expressando apoio, com um “se” malandro, à expulsão do embaixador americano da Bolívia é só mais um sintoma da delinqüência teórica — e, às vezes, prática — que tomou conta da política externa brasileira. Obsevem no post abaixo que ele diz um “se for verdade...”, mas, em seguida, acusa a interferência nos EUA nos assuntos internos dos países da América Latina: vale dizer, ele endossa a versão de Evo (e de Hugo Chávez).

Os valentes do Foro de São Paulo querem a América Latina para os latino-americanos do... Foro de São Paulo! Por que não lembrar do papel vexaminoso desempenhado pelo Brasil na crise entre a Colômbia e o Equador? Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia não fizeram ao terrorismo naromilitar das Farc um décimo das críticas dispensadas à oposição boliviana.

Mais: uma nota de Franklin Martins, em nome do governo, quando Ingrid Betancourt foi resgatada, pregava a necessidade do diálogo na Colômbia entre o governo e os terroristas. Sem um miserável elogio à ação de Álvaro Uribe. Na Bolívia, nada de diálogo: o negócio é apoiar Evo Moraes.

E aproveito: a tese de que, pela primeira vez, a América Latina resolveu um conflito por seus próprios meios, sem a ação americana, é coisa, como digo, de poliana lesa ou de engajamento ideológico. O que está resolvido? Estão endossando os arroubos ditatoriais de Evo Morales, que segue na trilha de Chávez — a começar de sua Constituição fajuta, só aprovada porque houve mudança das regras no meio do jogo.


Por Reinaldo Azevedo

Anônimo disse...

Reinaldo,
desculpe repetí-lo, mas só pra marcar possição.

LULA E O FATOR PAULO LACERDA
Prestem bastante atenção ao que vai a seguir. A prisão de Romero Menezes, o nº 2 da Polícia Federal — não entro, agora, no mérito sobre culpa ou inocência — foi praticamente imposta a Luiz Fernando Corrêa, o atual diretor-geral. É na polícia, e não em outro lugar qualquer, que se atribui ao grupo de Paulo Lacerda, o diretor afastado da Abin (consta que definitivamente), a seqüência de eventos que resultou em tal desfecho. Menezes é aliado de Corrêa, que nunca chegou a ter o comando efetivo da corporação. A prisão de seu imediato o fragiliza ainda mais.

Lacerda já deixou claro que não pretende sair pela porta dos fundos — da Abin ou do governo. E ele tem, se querem saber, algumas medalhas no peito, com muitos serviços prestados ao petismo e, por que não dizer?, ao próprio Lula. Vamos lá:

- Qual foi o contratempo criado pela Polícia Federal na questão do mensalão? Zero! Nenhum!
- Qual foi o contratempo criado pela Polícia Federal na questão da quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo? Zero! Nenhum!
- Qual foi o contratempo criado pela Polícia Federal na investigação do dossiê dos aloprados? Zero! Nenhum!

Quem era o diretor da Polícia Federal nesses três casos? Lacerda. Em compensação, ele tornou operativa a Polícia Federal de propaganda, aquela apta a cassar e caçar alguns ricos, o que permitiu a Lula anunciar o fim da impunidade dos poderosos. Como todos formos informados, Lula nunca soube de nada, não é mesmo? E Lacerda conferiu verossimilhança policial a essa versão.

A tendência, podem apostar, é a acomodação. O rearranjo terá de ser grande, profundo e subir alguns degraus na hierarquia. Qualquer que seja a direção da PF, uma coisa é certa: Tarso Genro não terá o comando dela. E, pois, Lula sentirá, cedo ou tarde, a necessidade de demiti-lo — ao menos da Justiça — se quiser que o órgão deixe de ser fonte de instabilidade. Mais: Lacerda quer o seu quinhão, nem que seja para exibir aos colegas.

O que isso quer dizer? Se não pode ter seu cargo de volta na PF ou na Abin, quer aliados seus em postos de chefia. Está com a vaidade ferida. E é um homem que sabe demais para permanecer como um canhão solto no convés. E acho que Lula acabará cedendo.

Vivemos o ponto extremo da balcanização dos órgãos de segurança do estado. E o motivo é um só. Nas democracias, polícias e órgãos de Inteligência exercem funções técnicas. Só as tiranias tornam a polícia um braço da política. O petismo resolveu inovar, tendo uma polícia politizada num regime democrático. O resultado é o que se vê.

Lula vai ter de ouvir a pauta de reivindicações de Lacerda. E sabe que vai. Mais do que isso: sabe por quê. E, suspeito, sabe que acabará cedendo.


Por Reinaldo Azevedo

PARA A BOLÍVIA! disse...

Um conselho para a direita que não reconhece os avanços que o Brasil teve com o governo LULA:VÁ PARA A BOLÍVIA!
Lá , pelo menos a direita tem peito para encarar e mstrar a sua verdadeira face golpista. Aqui ficam lamentando e mentindo. Lula faz muitopelos mais humildes do Brasil, assim como Evo Morales tem feiro na Bolívia. Isto incomoda essa direita raivosa e covarde.

Anônimo disse...

"GOVERNO MENTE SOBRE ABIN E GRAMPO "
Leia nota oficial emitida nesta quinta pelo Democratas:
*
A Comissão Executiva Nacional do Democratas considera que o laudo da Polícia Federal enviado ao Congresso pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência é baseado em investigação feita sem qualquer independência e não expressa a verdade dos fatos.

Para nós, do Democratas, caracteriza grave desrespeito do Executivo à sociedade e ao Congresso o envio de um documento deste à Comissão Mista de Controle de Atividades de Inteligência e à CPI dos Grampos.

Mais uma vez, lastimavlemente, o governo do presidente Lula mente ao povo brasileiro sustentando que não existe criminoso para um crime que foi comprovado: a escuta ilegal da conversa telefônica entre o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO),

É penoso para todos as pessoas de bem deste país ver o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmar, em um dia, que a Abin tem equipamentos de escuta e, no dia seguinte, mentir miseravelmente sobre este mesmo assunto ao Congresso.

Igualmente deplorável é ler declarações do presidente da República admitindo a volta ao governo do comando suspeito da Agência Brasileira de Inteligência.

Para nós, democratas, o retorno da diretoria da Abin representa um golpe à segurança jurídica do país. O delegado Paulo Lacerda e os demais diretores foram afastados porque o ministro da Defesa acusou a Abin de ter adquirido maletas que permitem escutas clandestinas, embora a Agência não tenha autorização legal para grampear telefones.

Além disso, a diretoria cedeu 52 agentes de forma irregular para a Polícia Federal que participaram de grampos ilegais de conversas telefônicas de deputados, senadores e de autoridades do Poder Judiciário.

Crimes foram praticados e o governo não pode readmitir suspeitos como se nada tivesse acontecido. Como partido de Oposição, o Democratas reagirá a isto na Justiça e no Congresso porque não aceita que este governo continue afrontando as regras democráticas e o Estado de Direito.

Brasília, 18 de setembro de 2008
Rodrigo Maia
Presidente do Democratas

Anônimo disse...

GRAMPOLÂNDIA NO PAÍS SEM LEI DO LULLA-PTóquio-ALOPRADO:

Publicação: 20/09/2008 08:55 Atualização: 20/09/2008 09:00
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, vai enviar até terça-feira (23/09) elementos que comprovariam ter a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) adquirido equipamentos capazes de interceptações telefônicas. "Eu vou enviar até segunda, terça-feira para a CPI e para os outros elementos, todas as compras que foram feitas. Pelo menos umas cinco ou seis, alguns técnicos afirmam que aquilo tem capacidade de fazer interceptações".
Ele não especificou de que órgão seriam esses técnicos. "São pessoas conhecidas minhas." Para o ministro, o laudo da Policia Federal constatando que equipamentos da Abin não são capazes de fazer grampo não está equivocado, mas tem uma ressalva. "Está correto em cima dos instrumentos examinados." As declarações foram dadas anteontem, em Natal, logo após ele participar da inauguração do quartel-general da 1ª Força Aérea, instalado na Base Aérea de Natal (BANT).
Jobim disse não ter ficado surpreso com o resultado do laudo da PF. "Os dados que nós temos são outros. Então nós, vamos enviar agora à CPI todos os elementos. E existe uma série de instrumentos que oferecem essa possibilidade. Pelo menos são informações de técnicos que examinaram os instrumentos que foram adquiridos".
O ministro da Defesa disse que a questão do grampo não é o ponto principal. "O que está se discutindo na verdade é a questão relativa ao desvio de função. Ou seja, nós tínhamos reconhecido a participação de agentes da Abin numa operação exclusivamente policial, o que é um desvio de função", afirmou.

Anônimo disse...

FAMÍLIA DE ALOPRADOS PTRALHAS:

Grampo da PF sobre fraude em SC pega genro de Lula e deputado do PT -
Por Fausto Macedo, no Estadão:
Marcelo Sato, genro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, caiu no grampo da Influenza, investigação da Polícia Federal em Santa Catarina sobre suposto esquema de fraudes e lavagem de dinheiro no Porto de Itajaí.
Sato aparece em conversas telefônicas com o empresário Francisco Ramos, o Chico Ramos, sócio-controlador da Agrenco do Brasil S/A e principal alvo da operação.
Casado com Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha do presidente, Sato não é investigado pela PF, mas as interceptações sugerem seu empenho em atender demandas de interesse do executivo junto a órgãos públicos federais.
Dia 18 dezembro de 2007, às 15h42, os dois se falaram e a PF gravou. Ramos liga para Sato e diz que "precisa de um favor". O empresário quer um atalho para colocar na pauta da Agência Nacional do Petróleo (ANP) seu projeto para uma fábrica de biodiesel.
Ramos explica que o processo "está na área jurídica" da agência e pede a Sato que faça um "pedido especial". O genro do presidente se prontifica: "Estou ligando agora."
A malha fina também pegou o deputado Délio Lima (PT-SC), ex-superintendente do Porto de Itajaí de janeiro de 2005 a março de 2006. Duas vezes prefeito de Blumenau, Lima é candidato novamente ao cargo.
A mulher de Décio, Ana Paula Lima, é deputada estadual, líder da bancada do PT na Assembléia. Sato trabalha no gabinete de Ana, em Florianópolis.
Dia 1º de abril, às 11h25, Ramos telefona para o parlamentar e diz que tem um "documento pendente na Receita": "Para a gente poder se qualificar e vender biodiesel no leilão", continua. Ele diz que "tá apavorado". Décio pede que lhe seja transmitido e-mail "para entender direitinho com quem tem que falar".
Chico Ramos teria bancado hospedagem em hotel para Sato e vôos fretados para o deputado, além da aquisição de notebooks.

Anônimo disse...

ESTÃO ROUBANO O BRASIL!

Grampo da PF sobre fraude em SC pega genro de Lula e deputado do PT -
Por Fausto Macedo, no Estadão:
Marcelo Sato, genro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, caiu no grampo da Influenza, investigação da Polícia Federal em Santa Catarina sobre suposto esquema de fraudes e lavagem de dinheiro no Porto de Itajaí.
Sato aparece em conversas telefônicas com o empresário Francisco Ramos, o Chico Ramos, sócio-controlador da Agrenco do Brasil S/A e principal alvo da operação.
Casado com Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha do presidente, Sato não é investigado pela PF, mas as interceptações sugerem seu empenho em atender demandas de interesse do executivo junto a órgãos públicos federais.
Dia 18 dezembro de 2007, às 15h42, os dois se falaram e a PF gravou. Ramos liga para Sato e diz que "precisa de um favor". O empresário quer um atalho para colocar na pauta da Agência Nacional do Petróleo (ANP) seu projeto para uma fábrica de biodiesel.
Ramos explica que o processo "está na área jurídica" da agência e pede a Sato que faça um "pedido especial". O genro do presidente se prontifica: "Estou ligando agora."
A malha fina também pegou o deputado Délio Lima (PT-SC), ex-superintendente do Porto de Itajaí de janeiro de 2005 a março de 2006. Duas vezes prefeito de Blumenau, Lima é candidato novamente ao cargo.
A mulher de Décio, Ana Paula Lima, é deputada estadual, líder da bancada do PT na Assembléia. Sato trabalha no gabinete de Ana, em Florianópolis.
Dia 1º de abril, às 11h25, Ramos telefona para o parlamentar e diz que tem um "documento pendente na Receita": "Para a gente poder se qualificar e vender biodiesel no leilão", continua. Ele diz que "tá apavorado". Décio pede que lhe seja transmitido e-mail "para entender direitinho com quem tem que falar".
Chico Ramos teria bancado hospedagem em hotel para Sato e vôos fretados para o deputado, além da aquisição de notebooks.

ESTÃO ROUBANO O BRASIL!

Mila disse...

Lula é uma grande farsa na história do Brasil. Para quem realmente conhece, acompanha toda trajetória de Lula, sente-se mal ao ouvir o quanto é prestigiado. Muito simples, como dito no post, chegou com a casa organizada, pronta e era apenas continuar no caminho para o crescimento do Brasil. Mas o vimos e vemos são erros e mais erros administartivos, escandâlos e muita farra em viagens pelos mundo afora. Sentiremos o efeito destruidor deste "come quieto" dentro de 2/3 anos. É só esperar e veremos que esta população que hoje elogia Lula, será a mesma que irá condená-lo. Pena que neste momento, Lula certamente estará em sua mansão a beira mar, com seus altos salários (pois tem vários)sem o pagar um centavo de mposto de renda,não estará no cnetro das atenções. Quanto ao zé povinho.........

nidia disse...

Ola Fernando
conversando com um garoto sobre a popularidade do presidente, ele me disse o seguinte; a diferença de Lula com os seus antecessores é que os outros comiam o banquete e jogavam no lixo as migalhas restantes. O Lula come o banquete e distribue as migalhas aos pobres.
Tem sentido...

Anônimo disse...

A direita malha o Lula e depois pede votos dizendo-se ter o apoio de lula. Em minha cidade tem u candidato do psdb que diz ter o apoio de lula para trazer obas para a minha cidade. É muita cara de pau!