terça-feira, agosto 19, 2008

REMOENDO O PASSADO


Os que agora defendem a punição dos torturadores do período militar deveriam voltar o seu foco para as torturas e maus tratos que ocorrem diariamente nas prisões brasileiras. Tarso Genro, até por força do ofício, deveria dedicar a mesma atenção que dedica aos torturadores do passado, aos torturadores de agora, muitos deles subordinados ao ministério que ele preside. O Brasil tem sido seguidamente repreendido nos fóruns internacionais de Direitos Humanos pelo tratamento indigno e cruel que dedica a seus presos, e não se conhece até o momento nenhuma ação efetiva do Ministério da Justiça para melhorar as condições de nossos presídios.

O ministro da Justiça, Tarso Genro, que nas últimas semanas não perde uma oportunidade de aparecer no noticiário, trouxe à baila um assunto que parecia morto e sepultado definitivamente: a revisão da Lei da Anistia, para a punição dos agentes públicos responsáveis por assassinatos e atos de tortura durante o regime militar.

A pretensão do ministro seria perfeitamente cabível e oportuna, e estaria legitimamente enquadrada nos padrões que regem o comportamento de qualquer sociedade que se pretenda civilizada, não tivesse o processo que resultou na Lei da Anistia se encerrado há quase 30 anos. E, ainda mais, transcorrido num contexto histórico bem particular, que, ao final, resultou na conciliação nacional e possibilitou a redemocratização do País.O retorno do tema, da forma como tem acontecido, tem, portanto, o ranço do revanchismo.

É bom lembrar que em 1979- ano em que foi promulgada a Lei da Anistia (1)- ainda era forte a resistência dos setores mais radicais das Forças Armadas à redemocratização e à entrega do poder aos civis, em que pese a notória decadência do Regime Militar. Ao contrário de outros países latino-americanos onde o processo de ruptura com o autoritarismo militar se deu de forma nem sempre pacífica, - na Argentina, por exemplo, o fim da ditadura aconteceu com a desmoralizante derrota na Guerra das Malvinas, 1982 -, o Brasil encontrou o seu próprio caminho de transposição para a democracia.

A transição brasileira envolveu acordos entre as elites civis e militares para que o processo transcorresse de modo lento, gradual , porém “seguro”, como desejavam os militares. Começou com o fim do AI-5, ainda no governo do general Geisel, prosseguiu com a Lei da Anistia (1979) e a eleição indireta de Tancredo Neves (1984), concluiu com a promulgação da Constituição de 1988, e foi coroado no ano seguinte, com a primeira eleição direta para Presidente após 28 anos.

Quando se debateu o projeto da anistia, existia o temor fundado de que os setores mais autoritários das Forças Armadas não admitiriam que os porões da ditadura fossem vasculhados em busca de cadáveres e de carrascos. Da mesma forma, os radicais de esquerda, muitos deles hoje no poder, repudiavam com veemência qualquer acordo que resultasse em punição dos terroristas, que, sob o pretexto de estarem lutando contra a ditadura, e sob o manto ideológico da luta revolucionária, seqüestravam, assaltavam, assassinavam e explodiam bombas.Na verdade, o que eles queriam era a instalação de uma ditadura comunista no País.

A necessidade de abreviar o regime de força e restaurar a democracia, sem provocar um novo confronto entre os radicais da esquerda e da direita, foi a matéria prima da construção desse processo de conciliação que levou a uma “anistia ampla , geral e irrestrita”, ou seja , “perdoou” tanto os que cometeram crimes no campo da ditadura quanto os que os cometeram no campo da guerrilha e do terrorismo.A Lei da Anistia, considerado o contexto histórico de então, acabou por se constituir num importante instrumento para a pacificação e a redemocratização do Brasil. Por isso, o anunciado desejo do ministro de que ela seja revista é totalmente despropositado.

Os que agora defendem a punição dos torturadores do período militar deveriam voltar o seu foco para as torturas e maus tratos que ocorrem diariamente nas prisões brasileiras. Tarso Genro, até por força do ofício, deveria dedicar a mesma atenção que dedica aos torturadores do passado, aos torturadores de agora, muitos deles subordinados ao ministério que ele preside. O Brasil tem sido seguidamente repreendido nos fóruns internacionais de Direitos Humanos pelo tratamento indigno e cruel que dedica a seus presos, e não se conhece até o momento nenhuma ação efetiva do Ministério da Justiça para melhorar as condições de nossos presídios.

O nosso ponto de vista - contrário à revisão da Lei da Anistia – não significa condescendência com a tortura ou com qualquer outro crime político. A tortura é um crime perverso e hediondo, que deve receber de todos o mais veemente repúdio. Mas não é esse o ponto central deste artigo.O que está em discussão é o despropósito do tema e o oportunismo de um ministro que tenta se impor como paladino da lei e da moral pública para angariar simpatias e votos no seu propósito de suceder Lula em 2011.

Também é oportuno assinalar que ao advogarmos a não revisão da Lei da Anistia não estamos defendendo que se coloque uma cortina negra sobre esse tema, para que ele seja escondido da História. Pelo contrário, queremos que ele continue a ser investigado por todos que buscam a verdade ,e exposto à luz, para que os erros cometidos e o obscurantismo daquele período sejam revelados e esclarecidos em toda a sua amplitude e nitidez, quando menos para o fim pedagógico de consolidar nas atuais e futuras gerações o espírito democrático. Mas a infeliz idéia do ministro da Justiça quer simplesmente remoer o passado para ressuscitar cadáveres, e transportar para quase trinta anos depois o mesmo cenário maniqueísta no qual se sobressaía a força bruta dos extremistas de ambos os lados, e se silenciavam as vozes dos verdadeiros democratas.


Felizmente, o exibicionismo de Tarso Genro parece ter sido contido pelo Ministro da Defesa e pelo próprio presidente Lula. A esta altura do campeonato só faltava o presidente comprar uma briga com os militares. Para muitos, a manifestação do ministro ao passou de mais um factóide em sua luta interna para de desbancar Dilma Roussef e conquistar no PT a candidatura à sucessão de Lula. Que Tarso procure outros meios de crescer e aparecer no rol dos candidatos à cadeira presidencial. Caso contrário, nem o governo do Rio Grande do Sul ele irá conseguir.

(1)http://www010.dataprev.gov.br/sislex/paginas/42/1979/6683.htm

13 comentários:

Anônimo disse...

Saber que em pleno século 21 existem pessoas que ainda defendem os facínoras militares daquele período, é nauseante. Eu gostaria de saber se os defensores tivessem suas mães e irmãs estupradas à sua frente quando crianças teriam a mesma opinião hoje, dizendo para esquecer o passado. Certas pessoas deveriam lavar a boca ao se referir aos verdadeiros heróis desta triste história de nosso passado recente. Todo o nosso respeito à nossa ministra Dilma Rousseff, José Genoíno, José Dirceu, Carlos Lamarca e tantos outros, que, devido a coragem dessas pessoas, hoje podemos expor nossas opiniões.

VOLPPER disse...

Muito oportuno o tema.Apenas discordo de que o ministro quis macar uma posição eleitoral. Tem ideologia no meio tb.Mas, democrata que sou, quero acreditar que a Lei da Anistia beneficiou todos os envolvidos na MUVUCA envolvendo a ESQUERDA e ALGUNS MILITARES, porém a esqueerda foi a grande favorecida. Muitos dentre os supostos perseguidos políticos, os quais se diziam lutar contra a suposta ditadura, foram beneficiados com indenizações, aposentadorias calculada sobre a expectativa de promoção profissional e reintegração aos seus empregos logo após a promulgação da Lei do Esquecimento. Tudo isso sem falarmos naqueles que, a exemplo do que pleiteia os militares, já pleitearam junto a comissão criada pelo governo e conseguiram suas compensações. Além de todas as benesses, muitos dentre os representantes da ESQUERDA, usaram o seu discurso vitimológico para enganar o povo desinformado e galgar posições políticas nas três esferas do poder legislativo para depois esquecer do povo. No Brasil é muito fácil contar uma parte da história para miseráveis desinformados e, desse modo, ganhar a simpatia e sua solidariedade.
A Esquerda Brasileira jamais lutou em defesa dos intersses do povo, ela sempre lutou pela defesa dos seus interesses. Qual foi o envolvimento do POVO nas escaramuças envolvendo a Esquerda e o Grupo Militar??
Se o pessoal da Esquerda que alegou sofrer danos causados pelos militares tiveram seus direitos reconhecidos, logo os militares vítimados pela esquerda tem o mesmo direito. A equidade de tratamento é um fator cristlisador da DEMOCRACIA.

Anônimo disse...

SEU GARZÓN, O SENHOR É UM FANFARRÃO!
Recebi hoje algumas dezenas de comentários, no tom que vocês podem imaginar, “esfregando na minha cara”, como disse um dos mais exaltados, as palavras do juiz espanhol Baltazar Garzón, que defende, na pratica, a revisão da Lei de Anistia brasileira. Segundo o valente, os homens são cidadãos do mundo, e o estado espanhol tem o direito de decretar a prisão de qualquer torturador, em qualquer parte do planeta! Ele está no Brasil a convite do ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, um notório revanchista.

Parece tão justo o que ele diz, não? Há tantos trouxas que caem na sua conversa... Com que desassombro este iluminista espanhol vem jogar luzes no país da bugrada, não é mesmo? Quem converteu Garzón em autoridade mundial, em frente avançada do Tribunal Penal Internacional? Procurei saber se o homem já havia decretado a prisão do assassino e torturador Fidel Castro. Não. Não decretou, não.

Fiz a conta dos mortos das ditaduras por cem mil habitantes. Fidel castro é 435,86 vezes mais assassino do que os generais brasileiros, que encheram de metáforas humanistas a conta bancária de Chico Buarque. E atenção: o número é esse caso se considerem apenas as 17 mil assassinadas em terra firme. Outras 78 mil morreram tentando fugir do vagabundo. Contadas as 95 mil vítimas fatais do Coma Andante, ele matou 730,76 pessoas por cem mil habitantes. A ditadura brasileira se contentou com 0,3 por cem mil, o que significa que Fidel matou 2.436 vezes mais do que os generais brasileiros. Não! Eu não ignoro nem faço pouco das vítimas. Repudio ditaduras. Frei Betto e Vannuchi é que rezam para Fidel sobre cadáveres. Niemeyer é que ergue edifícios de empulhação ideológica sobre os corpos. Chico Buarque é que verte o seu lirismo em meio aos mortos.

Mas isso seria ficar fazendo conta sobre cadáveres. Não é uma coisa muito saudável. O que me interessa são os processos políticos, que resultam em pacificação. Como foi que a Espanha saiu de uma ditadura fascistóide e aderiu à democracia? Com revanche? Mandando os partidários ou herdeiros do franquismo para o banco dos réus? Quando Franco morreu, Garzón tinha 20 anos. Ele é da geração que se beneficiou com a transição pacífica.

Voltemos ao exemplo quase vivo: Fidel Castro. Mais dia, menos dia, a ditadura na ilha acaba. E qual é o melhor caminho para lhe pôr termo? Metendo em cana os que serviram aos porões do regime? Será essa a escolha? Garzón, por acaso, decretou a prisão de todos os agentes dos estados socialistas que torturaram e mataram no Leste Europeu e na União Soviética? Ora, meu senhor, deixe de conversa mole! Permita que os países sigam a trilha que foi tão útil à Espanha.

E notem: quando evoco esses exemplos, não estou tentando distribuir culpas para igualar responsabilidades, de um lado e de outro, à direita ou à esquerda. Estou afirmando que os países fazem escolhas e constroem realidades políticas que lhes permitem avançar — ou retroceder.

Garzón não tem autoridade funcional, história ou moral para nos dar lições. As duas primeiras, não as terá nunca. A moral, ele pode tentar: decrete a prisão de todos os facínoras do planeta — e sugiro que, espalhafatoso como é, comece pelas ditaduras islâmicas. Assim que o primeiro xeique árabe meter o pé em seu país para ver como andam os investimentos, Garzón aparece lá com o seu crachá de, como é mesmo?, “policial planetário”, em defesa dos “cidadãos do mundo”. Ou o cosmopolitismo humanista não assiste aqueles que vivem nas masmorras de Alá?

Já é quase um clichê, mas não resisto: “Seu Garzón, o senhor é um fanfarrão!"
PS: Aceito, claro, que alguém explore falhas na minha argumentação desde que:
- o autor me prove que a Espanha puniu os torturadores do franquismo;
- o autor prove que Garzón decretou a prisão de ditadores de esquerda;
- o autor prove que Garzón decretou a prisão dos ditadores islâmicos. Por Reinaldo Azevedo.

Anônimo disse...

PTralhas ALOPRADOS SONEGADORES!...
PTralha - O PARTIDO QUE MAIS ROUBA VOCÊ!
ESTÃO NOS ROUBANDO. SÓ DÁ LADRÃO

CADÊ O WALDOMIRO, PF? SOLTO ATÉ HOJE!! ...

Notícia de hoje:
RECEITA FEDERAL MULTA PT EM R$ 1,39 MI POR CAIXA 2 . - da Folha Online - 19/08/2008 - 09h48 - A Receita Federal autuou o PT em R$ 1,39 milhão por omitir valores arrecadados que ingressaram no caixa do partido e foram usadas para pagar despesas da legenda, informa nesta terça-feira reportagem de Andréa Michael, publicada pela Folha (a reportagem está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL). Segundo a reportagem, a Receita Federal informou que o partido sonegou IR (Imposto de Renda) e CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) referentes às receitas recebidas e não contabilizadas, além de juros e multa sobre o valor principal devido, que é de R$ 619,88 mil, referente ao período entre 2002 e 2005. A Folha mostra que as omissões de receitas recebidas, em sua maioria, decorrem de pagamentos de dívidas do PT feitos pela agência de publicidade SMPB, do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, o principal articulador do mensalão. As receitas omitidas somariam R$ 2,47 milhões, dos quais R$ 1,47 milhão viriam comprovadamente das contas de Valério. À reportagem, o tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, disse que "as contas do partido estão corretas". Sobre a autuação de R$ 1,39 milhão que a Receita Federal aplicou na legenda neste ano e que levou à suspensão parcial de sua imunidade tributária, o tesoureiro afirmou ver o caso "com normalidade".

CRIMINOSOS NU PUDER! CADÊ o MP e a PF para colocar uma argola nos Ptral CADÊ UM SÓ PTRALHA NA CADEIA?!! CADÊ O WALDOMIRO? SOLTO ATÉ HOJE!! ...

Anônimo disse...

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RECEITA FEDERAL MULTA PT EM R$ 1,39 MI POR CAIXA 2 . - da Folha Online - 19/08/2008 - 09h48 - A Receita Federal autuou o PT em R$ 1,39 milhão por omitir valores arrecadados que ingressaram no caixa do partido e foram usadas para pagar despesas da legenda, informa nesta terça-feira reportagem de Andréa Michael, publicada pela Folha (a reportagem está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL). Segundo a reportagem, a Receita Federal informou que o partido sonegou IR (Imposto de Renda) e CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) referentes às receitas recebidas e não contabilizadas, além de juros e multa sobre o valor principal devido, que é de R$ 619,88 mil, referente ao período entre 2002 e 2005. A Folha mostra que as omissões de receitas recebidas, em sua maioria, decorrem de pagamentos de dívidas do PT feitos pela agência de publicidade SMPB, do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, o principal articulador do mensalão. As receitas omitidas somariam R$ 2,47 milhões, dos quais R$ 1,47 milhão viriam comprovadamente das contas de Valério. À reportagem, o tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, disse que "as contas do partido estão corretas". Sobre a autuação de R$ 1,39 milhão que a Receita Federal aplicou na legenda neste ano e que levou à suspensão parcial de sua imunidade tributária, o tesoureiro afirmou ver o caso "com normalidade".

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Anônimo disse...

RECEITA FEDERAL MULTA PT EM R$ 1,39 MI POR CAIXA 2 .
- da Folha Online - 19/08/2008 - 09h48 -

A Receita Federal autuou o PT em R$ 1,39 milhão por omitir valores arrecadados que ingressaram no caixa do partido e foram usadas para pagar despesas da legenda, informa nesta terça-feira reportagem de Andréa Michael, publicada pela Folha (a reportagem está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL).
Segundo a reportagem, a Receita Federal informou que o partido sonegou IR (Imposto de Renda) e CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) referentes às receitas recebidas e não contabilizadas, além de juros e multa sobre o valor principal devido, que é de R$ 619,88 mil, referente ao período entre 2002 e 2005.
A Folha mostra que as omissões de receitas recebidas, em sua maioria, decorrem de pagamentos de dívidas do PT feitos pela agência de publicidade SMPB, do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, o principal articulador do mensalão. As receitas omitidas somariam R$ 2,47 milhões, dos quais R$ 1,47 milhão viriam comprovadamente das contas de Valério.
À reportagem, o tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, disse que "as contas do partido estão corretas". Sobre a autuação de R$ 1,39 milhão que a Receita Federal aplicou na legenda neste ano e que levou à suspensão parcial de sua imunidade tributária, o tesoureiro afirmou ver o caso "com normalidade".

CLAUDIUS disse...

TODOS OS CRIMES COMETIDOS PELOS GORILAS NA ÉPOCA DA DITADURA DEVEM SER REVISTOS , E OS CULPADOS DEVEM SER PRESOS , PROCESSADOS E CONDENADOS. SE O BRASIL FOR REALMENTE U PAÍS CIVILIZADO. PARABÉNS AO MINISTRO TARSO GENRO!!!!!!!!!

Militar Honrado disse...

Recado ao Claudius: De que "gorilas torturadoes" estás falando. A esquerda queria brimcar de revolução e pensou que era filminho de mentira? Eles pegaram em armas , mataram e torturaram também,Esqueceu que muitos dos seus companheiros eram "justiçados"? Agora todos eles vivem de polpudas indenizações que são pagas com dinheiro dos nossos bolsos.Acho graça quando flam em rever a lei da anistia para fazer justiça. Quem quer justiça são as famílias dos que foram vitimados pelo terrorismo de esquerda.

Anônimo disse...

BRASIL DO LULLA-PTóquio SEM LEI: olha tua cara.
Caos nas estradas. Caos nas prisoes. Caos Aéreo. Caos nas vacinas. Caos na Saude, CAOS NAS OLIMPíADAS!

Comentário:
PAÍS DOS ANALFABETOS DO MULLA APEDEUTA! QUANDO VÃO PARAR DE MENTIR? NUNCA! O BRASIL REGREDIU - O MULLA PRO LIXO DA HISTÓRIO JÁ! Noticia: Balanço de Pequim 1 Finalizados os Jogos de Pequim, o Brasil igualou seu melhor resultado em número total de medalhas, mas não obteve a mesma quantidade de ouros como na Olimpíada de Atenas, em 2004. A despeito do maravilhoso resultado obtido pelas mulheres, fica patente que, com o tamanho de nossa delegação e o volume de recursos despendidos para preparação dos atletas, o resultado final não correspondeu às expectativas. Conclusão: não nos falta dinheiro, atletas ou disposição, mas sim uma política de massificação esportiva com visão de longo prazo.

Anônimo disse...

BRASIL DO LULLA-PTóquio SEM LEI: olha tua cara. Caos nas estradas. Caos nas prisoes. Caos Aéreo. Caos nas vacinas. Caos na Saude, CAOS NAS OLIMPíADAS! Caos no governo...

PAC = Parou Antes de Começar...


PAÍS DOS ANALFABETOS DO MULLA APEDEUTA! QUANDO VÃO PARAR DE MENTIR? NUNCA! O BRASIL REGREDIU - O MULLA PRO LIXO DA HISTÓRIO JÁ!

Balanço de Pequim 1 Finalizados os Jogos de Pequim, o Brasil igualou seu melhor resultado em número total de medalhas, mas não obteve a mesma quantidade de ouros como na Olimpíada de Atenas, em 2004. A despeito do maravilhoso resultado obtido pelas mulheres, fica patente que, com o tamanho de nossa delegação e o volume de recursos despendidos para preparação dos atletas, o resultado final não correspondeu às expectativas. Conclusão: não nos falta dinheiro, atletas ou disposição, mas sim uma política de massificação esportiva com visão de longo prazo.

Anônimo disse...

DE PRIVATARIA OS PTRALHAS ENTENDEM: deram ou privatizaram as estradas paulistas por 25 anos aos Espanhóis; deram 1 bi pro Comaandante senil Fidel; perdoaram 1 bi de dívida de um país africano; e o pobre no Brasil que se danem - saiam à noite e olhem nas calçadas dormindo ao relento como os PTralhas ajudam os pobres - vejam nas calçadas de SP.

Anônimo disse...

Agencia Estado - 25/8/2008 8:44
Investigação de dirigente do PT preocupa Planalto
A investigação da Polícia Federal que ameaça o secretário de Relações Institucionais do PT, Romênio Pereira, preocupa a cúpula do partido e o Palácio do Planalto. Motivo: a suspeita de que Romênio integra um esquema de desvio de verbas públicas, levantada pelo Ministério Público, atinge o PT em plena campanha eleitoral e põe mais uma vez o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na berlinda, no rastro da Operação João-de-Barro, comandada pela PF.


Pressionado, Romênio pediu afastamento de suas funções na Executiva do PT por 60 dias, mas petistas temem que o caso volte a desgastar o partido e ressuscite a pecha de corrupção que abalou a sigla após o escândalo do mensalão, em 2005. Além disso, as denúncias serviram para atiçar a guerra interna entre correntes do PT. O espinhoso assunto contaminará na quarta-feira a reunião da Executiva, antes marcada apenas para discutir eleições.


Adversários de Romênio no partido afirmam que a acusação causará impacto no Movimento PT. Trata-se de uma ala de centro no mosaico ideológico do petismo, também reforçada pelo presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (SP). Na outra ponta, aliados do secretário licenciado dizem nos bastidores que haverá troco se o antigo Campo Majoritário e a Democracia Socialista engrossarem com Romênio, porque o Movimento PT fará barulho para pedir a punição de dirigentes desses grupos, também citados em suspeitas de irregularidades. Na prática, porém, a direção do partido não quer mexer nesse vespeiro, muito menos na temporada de eleições.


Romênio teve a quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e entrou na mira do procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, depois que investigação da PF apontou indícios de seu envolvimento com uma quadrilha que fraudava obras públicas em Minas e desviava recursos do PAC. Detalhe: o programa é o xodó da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Pelos cálculos do MP, a cifra desviada chegou a R$ 700 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Anônimo disse...

GESTAPO DO LULLALALAU-PTÓQUIO-ALOPRADO-CACHACEIRO SÓ FUNCIONA CONTRA ADVERSÁRIOS OU PRA FAZER CHANTAGEM.

OS PTRALHAS QUEREM UMA DITADURA COM APARELHAMENTO DAS INSTITUIÇÕES, CHANTAGEM EM QUEM TEM DINHEIRO NO BRASIL E MENTIRAS - SÓ CEGO E SURDO NÃO VÊ.


REVISTA ÉPOCA - 28/08/2008 - RODRIGO RANGEL E MURILO RAMOS
PF ACOBERTOU DIRIGENTE DO PT, DIZEM DOCUMENTOS:
A Polícia Federal informou ao Supremo que não pôde grampear Romênio Pereira, secretário nacional do partido, porque não tinha seus números de telefone. Documentos obtidos por ÉPOCA desmentem essa explicação.
Um deles é o telefone da casa de Romênio, em Belo Horizonte – que, aliás, está registrado em nome do próprio petista. Como os telefones de Carvalho estavam grampeados pela PF, os números de quem falava com ele eram identificados pelo sistema de escuta. E foi assim que, em 27 de julho de 2007, o telefone residencial de Romênio ficou registrado na base de dados da investigação.
O relatório da PF ao ministro do Supremo vai se tornando mais controverso à medida que vão aparecendo mais transcrições de conversas da dupla. Nos diálogos de Romênio com Carvalho, gravados pelo grampo no telefone do lobista, o petista utiliza mais dois números de telefone celular, ambos de Brasília.

Nos documentos da própria PF, há pelo menos mais três números de telefone de Romênio Pereira.
Ou seja: quando mandou o documento para o ministro do Supremo afirmando não ter conseguido identificar os outros números do petista, só nos seus próprios arquivos, a PF já tinha o telefone da casa de Romênio e pelo menos mais três números de celulares usados por ele.
Na PF, nenhum dos responsáveis pela investigação quis dar declarações sobre o assunto, sob o argumento de que a investigação corre em segredo de justiça. A direção da instituição, por sua assessoria de imprensa, nega que tenha sofrido pressão política para proteger o dirigente do partido do governo. Procurada por ÉPOCA, afirmou que os celulares não estavam em nome de Romênio e que, por isso, os encarregados do caso decidiram não grampeá-lo.
A explicação, por si, já soa estranha. É como dar chance ao investigado – não apenas Romênio, mas qualquer um, incluindo narcotraficantes, sonegadores e contrabandistas – de driblar o grampo com a simples estratégia de falar apenas em telefones registrados em nome de terceiros.
A PF afirma, ainda, que Romênio não era parte do grupo investigado, e que só foi identificado "no final da investigação".
É outra explicação que os documentos obtidos por ÉPOCA desmentem. Em junho de 2007, um ano antes de a operação ser deflagrada, o nome de Romênio já aparecia em relatórios produzidos pela PF, devidamente identificado como dirigente do PT. Ali os policiais já suspeitavam da relação entre os dois. "JC [o lobista] recorre a Romênio para ser apresentado em órgãos públicos e eventualmente solicitar influência em nomeações para cargos", escreve a PF num relatório de julho.
Romênio Pereira, mineiro de Patos de Minas, é um petista de longa data. Já ocupou diferentes cargos na hierarquia partidária. Seu último posto, o de secretário nacional de assuntos institucionais, dava-lhe a atribuição de organizar o partido nos municípios e de fazer a ponte com prefeitos petistas de todo o país. Irmão do deputado federal Geraldo Magela (PT-DF), Romênio integra, dentro do tabuleiro interno PT, uma tendência próxima à do ministro da Justiça, Tarso Genro, e do presidente da Câmara de Deputados, Arlindo Chinaglia. A atribuição e o cargo lhe garantem trânsito certo nas altas repartições do governo em Brasília. Sua agenda indica reuniões com ministros e integrantes do segundo escalão da Esplanada dos Ministérios. E foi justamente essa facilidade de acesso que o pôs sob suspeita na Operação João-de-Barro.
No começo, ao ouvir o lobista João Carvalho, a PF deparou com conversas entre ele e Romênio. Depois, os policiais foram percebendo que essas conversas eram freqüentes – e viram que a relação entre os dois parecia ser mais que uma amizade. De junho a novembro de 2007, os dois se encontraram pelo menos sete vezes. Nos contatos por telefone com Carvalho, Romênio se mostra precavido. Evita entrar em detalhes, mas demonstra atender as solicitações do lobista para abrir portas no governo. Segundo a PF, João Carvalho é um dos cabeças de uma quadrilha envolvida com desvio de verbas do PAC destinadas a 119 prefeituras de sete estados. No rol de investigados há empresários, prefeitos e deputados federais. Somados, os repasses a esses municípios chegam a R$ 700 milhões. Semana passada, após a notícia de que está sob investigação, Romênio pediu afastamento da direção do PT por 60 dias. Procurado por ÉPOCA nesta quarta-feira (27), o petista não retornou as ligações. João Carvalho não foi localizado.
Ouça diálogos do petista com o lobista (http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI11389-15223-2,00-PF+ACOBERTOU+DIRIGENTE+DO+PT+DIZEM+DOCUMENTOS.html)
"Tá andando bem o negócio dele, né?"
Romênio Pereira diz ter boas notícias para lobista
"Eu ia falar pra gente fazer uma farra amanhã"
Petista combina de encontrar lobista em Belo Horizonte: detalhes, só pessoalmente