quinta-feira, maio 08, 2008

APAGÃO DA OPOSIÇÃO FAZ MINISTRA BRILHAR

A candidata predileta de Lula - caso o Presidente não tente um golpe que lhe possibilite um terceiro mandato - ainda é uma ilustre desconhecida do grande público brasileiro. Mas sendo conduzida por Lula a todos os palanques de inauguração de obras, e ganhando, por força da oposição, um espaço tão grande na mídia, pode até sonhar em se tornar, num breve espaço de tempo, mais conhecida e popular do que os anunciados candidatos da oposição.



APAGÃO DA OPOSIÇÃO FAZ MINISTRA BRILHAR

A crônica e conhecida incompetência da oposição ao governo Lula é capaz de produzir fatos que mereceriam do governo os mais efusivos agradecimentos.Na última quarta feira,por exemplo, confirmando esse despreparo, ela fez pela ministra Dilma Roussef, candidata preferida de Lula à sua sucessão na Presidência, muito mais do que o próprio Lula e toda a propaganda oficial têm feito até agora : deu a ela um dia inteiro sob os holofotes e um espaço enorme na mídia. Ela soube aproveitar bem a oportunidade: ficou rouca de tanto falar do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento -, que é o carro- chefe do s governo e pretende ser o principal outdoor da futura candidatura petista

O palco para a apresentação de Dilma foi montado pela oposição , ao convida-la a comparecer na Comissão de Infra-Estrutura do Senado, sob o argumento de pedir esclarecimentos sobre o PAC, mas com o real propósito de inquiri-la a respeito do escândalo dos cartões corporativos e do vazamento de um suposto dossiê contra o ex-presidente Fernando Henrique.O palco foi armado, a convidada apareceu, mas os atores esqueceram o roteiro e atuaram de maneira canhestra.

O despreparo da oposição ficou visível logo no início do depoimento quando uma desastrada intervenção do líder do DEM, Agripino Maia, proporcionou a Dilma uma resposta que arrancou aplausos da platéia recheada de governistas,e deu a ela a tranquilidade que faltava para levar as mais de oito horas de depoimento sob seu total controle. Usou a maior parte do tempo para discorrer sobre as "maravilhas" do PAC, e, sobre o dossiê, o mínimo de tempo para reafirmar o que já dissera em outras ocasiões, isto é , que "desconhece completamente qualquer dossiê e que não tem responsabilidade sobre o vazamento de informações da Casa Civil".

Se em algum momento do depoimento a oposição produziu algum brilho, este se deu quando, a propósito da discussão sobre o PAC, procurou mostrar que no atual governo o nível de investimentos estatais continua abaixo da média dos últimos vinte anos, ou quando demonstrou que muitas das obras inseridas no programa não passam de continuações de obras implementadas por governos anteriores, levando à conclusão de que o PAC tem muito mais de ficção do que de ação.No mais, tímida e acuada, a oposição se limitou a reprisar velhos ataques, sem apresentar dados novos e consistentes que pusessem a ministra em situação de constrangimento.

A candidata predileta de Lula - caso o Presidente não tente um golpe que lhe possibilite um terceiro mandato - ainda é uma ilustre desconhecida do grande público brasileiro. Mas sendo conduzida por Lula a todos os palanques de inauguração de obras, e ganhando por força da oposição um espaço tão grande na mídia, pode até sonhar em se tornar, num breve espaço de tempo, mais conhecida e popular do que os anunciados candidatos da oposição.Continuando a agir de maneira tímida e desastrada como tem agido, a oposição poderá estar contribuindo para que o petismo permaneça no poder por um período próximo ao da eternidade. De fato, a continuar a contar com "inimigos" deste porte, Lula nem precisa de "amigos".
080508

16 comentários:

Rogério disse...

PLACAR DO JOGO:
Dilma=10
Agripino Maia=0.
Esse cidadão nome de comprimido para gripe, mais uma vez sai dando tiro no pé.Depois não entendem porque Dilma cresce tanto. Com uma oposição dessas até eu.

OPOSIÇÃO INCOMPETENTE, GOVERNO LADRÃO disse...

Essa historia do Dossiê é vergonhosa, esta provado que existe, agora mudaram o nome para banco de dados para a mentira não poder tornar realidade assim a mentira vira verdade, e a falta de vergonha continua a inundar esse mundo imundo de poder que agride esse sistema de manipulações, corrupções e desonestidades.
Se é vergonhoso e desonesto investigar a vida das pessoas para tirarem proveito quando encontrarem algo que os possa incriminar não se pode dizer que esses dossiês são legais por que são totalmente ilegais e fazem parte de um regime um sistema totalitario que quer o poder para seus beneficios proprios e não mede esforços e não tem limiticos éticos para seus interesses.
Mas se eles dizem que não existe isso tem que valer e ser o correto e assim caminha a triste realidade do mundo imundo da politica no meu Brasil.
Assim ele funciona e anda pelas ruas livre sorrindo dizendo para todos que é a verdade, e que pode ser tambem a mentira, mas que é o poder e todos tem que cairem aos seus pés e o respeitarem para o bem de suas proprias vidas.
Assim caminha a vida no meu Brasil assim os homens do poder fazem para com seus suditos, assim fica um povo mais feliz quando o poder distribui seus vales para o povo encher a cara de cachaça em vez de leite...........

Anônimo disse...

TEM MAIS QUE COMEMORAR, ELA
DEU UMA AULA NA TURMA QUE SÓ QUERIAM APARECER, E MAIS DEMONSTROU MUITA COMPETENCIA
A OPOSIÇÃO DEU UM TIRO NO PÉ ,POIS QUE VIU TODO O DEPOIMENTO SABE AGORA QUE ELA É MAIS CAPAZ
DO QUE OS OUTROS..

Assis disse...

Fernando Soares, vejo de maneira um pouco diferente o depoimento de ontem.Mais uma vez,a Ministra Roussef apareceu em teste para a campanha de 2010 e é considerada uma forte candidata entre governo e oposição. E dessa vez ela deve essa ao DEMO Agripino, que conseguiu fazer desse momento o ápice à favor da Ministra, pois na realidade durante todo o restante do tempo que ali ficou, Dilma mal conseguiu explicar as situações do PAC, fazendo uma confusão com números e concordâncias. Assistido pelo Lula como se assiste a uma partida de futebol, foi também assim comemorado. Comemorado por congressistas, que conseguiram fazer palanque de uma reunião importante para esclarecimentos das obras do PAC, as quais continuam no desconhecido e sem importância. Afinal o importante mesmo são as disputas partidárias e a manutenção do poder, o desenvolvimento social, a população, tudo isso pode ficar pra depois.

Anônimo disse...

nÃO TE COMO ESTE GOVERNO BRILHAR...METIDO EM TANTA SUJEIRA E TANTA MARACUTAIA, NÃO DÁ PARA BRILHAR. DILMA SE FAZ DE SANTA MAS PRECISA SE EXPLICAR. CONCORDO QUE ESTA OPOSIÇÃO É FEITA DE BUNDÕES. POR ISSO A CORJ A DO PT DEITA E ROLA

Anônimo disse...

RABATANO = Errando o alvo ... lembre bem desse "nome" "Rabatano".
Povo sem memória ...
oposição incompetente??? eu acho que não. Porque eles estão lá?
Quem for mais astulto é que ganha... Então, Políticos situação e oposição +110% e o povo passa fome e os que não passa fome -110%.

Rebeca disse...

Fernando,
plagiando nosso ilustre Lula arg...arg...nunca em toda história do Brasil se viu uma oposição tão rridícula como esta.

Anônimo disse...

Os esquemas do ex-líder estudantil
Fitas de vídeo e gravações com ex-assessores revelam como o ex-presidente da UNE Lindberg Farias se envolveu com uma série de fraudes e casos de propina depois que virou prefeito

Por MINO PEDROSA
O MP também investiga irregularidades na Secretaria de Saúde do município. Na campanha de 2004, o empresário João Moroni, proprietário da Gráfica Lastro, situada no bairro de São Cristóvão, apresentou-se a dois dos principais assessores de Lindberg, Antonio Neiva Moreira, coordenador da campanha, e Francisco José de Souza, o "Chico Paraíba", que depois ocuparia o cargo de secretário da Fazenda do município, oferecendo-se para ajudar na campanha em troca de serviços futuros no governo. Moroni já havia colaborado em outras campanhas do PT. Em 2005, no primeiro ano de governo, a Gráfica Lastro ganhou a licitação para fornecer material para a Secretaria de Saúde, um contrato no valor de R$ 1,8 milhão. No início de 2006, Chico Paraíba - já secretário da Fazenda - e Neiva Moreira solicitaram a Moroni ajuda para a campanha de Vladimir Palmeira, candidato petista ao governo do Estado. Em contrapartida, segundo a denúncia, houve um aditamento de 100% no valor do contrato da Lastro. O material da Secretaria de Saúde, contudo, nunca foi entregue. Uma CPI foi aberta na Câmara dos Vereadores, mas não deu em nada - Lindberg controla 16 dos 20 vereadores de Nova Iguaçu.


CARA-PINTADA Lindberg Farias quando pedia ética na política
Ainda na Secretaria de Saúde, três cooperativas que contratam pessoal nessa área financiaram a campanha de Lindberg: a Total, a Captar-Cooper e a Multiprof. A Total Saúde pertence aos irmãos Walter e Wagner Pellegrino, que começaram a atuar na administração do governador Marcelo Alencar (1995-1999). Há pouco tempo, ela ganhou a licitação para administrar o Hospital de Acari, da Prefeitura do Rio de Janeiro, e tem em suas mãos todos os postos de saúde do Rio e o Hospital de Posse. A Total está sendo investigada pelo MPT por suspeita de colaborar em campanhas eleitorais e posteriormente prestar serviços a prefeituras. Já a cooperativa Captar-Cooper, que também ajudou na campanha eleitoral de 2004, entrou em janeiro último com um termo aditivo ao contrato no valor de R$ 43.415.281,20, contrariando parecer do MPT. Na segunda-feira 5, o MPT requereu a intervenção em Nova Iguaçu por causa de nãocumprimento de decisão judicial que impede a contratação de trabalhadores por meio de cooperativas. Documentos do MPT mostram que a Captar-Cooper fornece cerca de mil trabalhadores "cooperados". "A contratação de trabalhadores por intermédio de cooperativas, além de prejudicar os contratados, que têm vários de seus direitos sonegados, constitui fraude ao princípio do concurso público", diz o procurador do Trabalho Carlos Augusto Sampaio Solar. A Multiprof apenas colaborou com a campanha.

Anônimo disse...

Os esquemas do ex-líder estudantil
Fitas de vídeo e gravações com ex-assessores revelam como o ex-presidente da UNE Lindberg Farias se envolveu com uma série de fraudes e casos de propina depois que virou prefeito

Por MINO PEDROSA
O MP também investiga irregularidades na Secretaria de Saúde do município. Na campanha de 2004, o empresário João Moroni, proprietário da Gráfica Lastro, situada no bairro de São Cristóvão, apresentou-se a dois dos principais assessores de Lindberg, Antonio Neiva Moreira, coordenador da campanha, e Francisco José de Souza, o "Chico Paraíba", que depois ocuparia o cargo de secretário da Fazenda do município, oferecendo-se para ajudar na campanha em troca de serviços futuros no governo. Moroni já havia colaborado em outras campanhas do PT. Em 2005, no primeiro ano de governo, a Gráfica Lastro ganhou a licitação para fornecer material para a Secretaria de Saúde, um contrato no valor de R$ 1,8 milhão. No início de 2006, Chico Paraíba - já secretário da Fazenda - e Neiva Moreira solicitaram a Moroni ajuda para a campanha de Vladimir Palmeira, candidato petista ao governo do Estado. Em contrapartida, segundo a denúncia, houve um aditamento de 100% no valor do contrato da Lastro. O material da Secretaria de Saúde, contudo, nunca foi entregue. Uma CPI foi aberta na Câmara dos Vereadores, mas não deu em nada - Lindberg controla 16 dos 20 vereadores de Nova Iguaçu.


CARA-PINTADA Lindberg Farias quando pedia ética na política
Ainda na Secretaria de Saúde, três cooperativas que contratam pessoal nessa área financiaram a campanha de Lindberg: a Total, a Captar-Cooper e a Multiprof. A Total Saúde pertence aos irmãos Walter e Wagner Pellegrino, que começaram a atuar na administração do governador Marcelo Alencar (1995-1999). Há pouco tempo, ela ganhou a licitação para administrar o Hospital de Acari, da Prefeitura do Rio de Janeiro, e tem em suas mãos todos os postos de saúde do Rio e o Hospital de Posse. A Total está sendo investigada pelo MPT por suspeita de colaborar em campanhas eleitorais e posteriormente prestar serviços a prefeituras. Já a cooperativa Captar-Cooper, que também ajudou na campanha eleitoral de 2004, entrou em janeiro último com um termo aditivo ao contrato no valor de R$ 43.415.281,20, contrariando parecer do MPT. Na segunda-feira 5, o MPT requereu a intervenção em Nova Iguaçu por causa de nãocumprimento de decisão judicial que impede a contratação de trabalhadores por meio de cooperativas. Documentos do MPT mostram que a Captar-Cooper fornece cerca de mil trabalhadores "cooperados". "A contratação de trabalhadores por intermédio de cooperativas, além de prejudicar os contratados, que têm vários de seus direitos sonegados, constitui fraude ao princípio do concurso público", diz o procurador do Trabalho Carlos Augusto Sampaio Solar. A Multiprof apenas colaborou com a campanha.

Anônimo disse...

O círculo de poder em torno de Lindberg está sob suspeita de montar um esquema gigantesco de corrupção. O primeiro nome desse círculo é o de Chico Paraíba, médico radicado no Rio de Janeiro, amigo e sócio do prefeito em vários empreendimentos empresariais. Ele foi tesoureiro da campanha e virou secretário da Fazenda do município. Todas as contas e liberações de verbas da prefeitura passavam por Chico Paraíba. Ele acumulou o cargo de secretário da Fazenda com a presidência do Instituto de Previdência de Nova Iguaçu (Previni). Outro assessor muito próximo do prefeito é Jaime Orlando, velho amigo de Lindberg dos tempos do movimento estudantil da PUC-RJ. Na época, ele chegou a dividir o apartamento com o prefeito. Como presidente da Comissão de Licitação de Nova Iguaçu, centralizou todas as compras do município, mesmo em áreas que desfrutavam de autonomia, como a Secretaria da Saúde. Um processo no MP que identificou um desvio de R$ 600 mil para a empresa de comunicação Supernova Mídia obrigou-o a se afastar do cargo. Outro colaborador de Lindberg é Fausto Severo Trindade. Ex-assessor do ministro Guido Mantega, quando este ocupava a Pasta do Planejamento, ele virou uma espécie de curinga da administração de Nova Iguaçu. Na assessoria especial, com status de secretário, ele teria sido o responsável pela montagem de um "mensalinho" na Câmara Municipal de Nova Iguaçu, segundo denúncia de Lídia Cristina Esteves. Através desse esquema, por meio de cargos e favores, ficou garantido o apoio político à administração. Evitou-se que várias CPIs fossem adiante. Depois, como secretário de Administração, Trindade ficou responsável pela movimentação da folha de pagamento da prefeitura, subordinado à Comissão de Licitações. Trindade deixou a prefeitura com a expectativa de ganhar a Secretaria Executiva do Ministério de Minas e Energia. Completava o grupo a paulista Estela Aranha, ex-secretária de Controle, ligada a Trindade.

Anônimo disse...

O círculo de poder em torno de Lindberg está sob suspeita de montar um esquema gigantesco de corrupção. O primeiro nome desse círculo é o de Chico Paraíba, médico radicado no Rio de Janeiro, amigo e sócio do prefeito em vários empreendimentos empresariais. Ele foi tesoureiro da campanha e virou secretário da Fazenda do município. Todas as contas e liberações de verbas da prefeitura passavam por Chico Paraíba. Ele acumulou o cargo de secretário da Fazenda com a presidência do Instituto de Previdência de Nova Iguaçu (Previni). Outro assessor muito próximo do prefeito é Jaime Orlando, velho amigo de Lindberg dos tempos do movimento estudantil da PUC-RJ. Na época, ele chegou a dividir o apartamento com o prefeito. Como presidente da Comissão de Licitação de Nova Iguaçu, centralizou todas as compras do município, mesmo em áreas que desfrutavam de autonomia, como a Secretaria da Saúde. Um processo no MP que identificou um desvio de R$ 600 mil para a empresa de comunicação Supernova Mídia obrigou-o a se afastar do cargo. Outro colaborador de Lindberg é Fausto Severo Trindade. Ex-assessor do ministro Guido Mantega, quando este ocupava a Pasta do Planejamento, ele virou uma espécie de curinga da administração de Nova Iguaçu. Na assessoria especial, com status de secretário, ele teria sido o responsável pela montagem de um "mensalinho" na Câmara Municipal de Nova Iguaçu, segundo denúncia de Lídia Cristina Esteves. Através desse esquema, por meio de cargos e favores, ficou garantido o apoio político à administração. Evitou-se que várias CPIs fossem adiante. Depois, como secretário de Administração, Trindade ficou responsável pela movimentação da folha de pagamento da prefeitura, subordinado à Comissão de Licitações. Trindade deixou a prefeitura com a expectativa de ganhar a Secretaria Executiva do Ministério de Minas e Energia. Completava o grupo a paulista Estela Aranha, ex-secretária de Controle, ligada a Trindade.

Anônimo disse...

PAPA DEFUNTO NU PUDER - PRESIDENGUE!

CHEGA DE DESGOVERNO...
XÔ IncomPTentes!
XÔ CorruPTos.


Por onde anda o PRESIDENGUE Alcoolatra do Planalto Central, Senhor PTóquio Aloprado?????!!!

Anônimo disse...

Bobagens do presidente
Postado por Carlos Alberto Sardenberg em 10 de Maio de 2008 às 12:36
Como muita gente no mercado, o presidente Lula também se queixou das agências de classificação de risco. No mercado, o pessoal reclama que as agências não anteciparam a crise do crédito nos EUA. Já Lula, em discurso na Bahia (veja matéria aqui) reclamou da nota que as agências dão aos Estados Unidos. Sustenta que o risco dos EUA não poderia ser zero, como é, uma vez que o país está numa “crise desgraçada” e “entupido de dívida”.

É verdade que os EUA têm os déficits gêmeos, nas contas públicas - o governo gasta mais que arrecada - e nas contas externas, sobretudo por causa de um enorme déficit comercial.

Mas por que investidores e governos do mundo todo (inclusive o governo brasileiro) continuam comprando títulos emitidos pelo governo norte-americano? Por que confiam nesses papéis? Será que ninguém terá percebido o “grande erro” cometido pelas agências, como percebeu nosso presidente?

Ocorre que a dívida dos EUA está na moeda local, na moeda deles. Isso faz uma brutal diferença.

Tomem por exemplo a dívida externa brasileira total, pública e privada, em torno de US$ 200 bilhões. Com o dólar a R$ 1,67, essa dívida equivale a R$ 334 bilhões. Ou seja, os devedores brasileiros precisam arrumar apenas R$ 334 bilhões para matar a dívida.

Imaginemos agora que o governo brasileiro perca o controle da situação econômica, que a inflação dispare, que o déficit das contas públicas aumente, que a crise internacional reduza as exportações brasileiras. Nossa moeda, o real, vai se desvalorizar. Imaginemos que chegue a R$ 2,50. Com isso, a mesma dívida externa de US$ 200 bilhões passaria de R$ 334 bilhões para R$ 500 bilhões (um salto de R$ 166 bilhões, um dinheirão, equivalente a 6,5% do PIB do ano passado).

Considerando que a dívida pública é um pouco menos da metade da Divida Externa Total, o aumento no endividamento do governo seria de 3% do PIB. Para se verificar o tamanho disso, basta notar que no ano passado a dívida líquida do setor público caiu de 43% do PIB para 41,6%, uma redução de 1,4 ponto percentual, que foi considerado como um bom resultado.

Já a dívida americana é em dólar, moeda deles. Se o dólar se desvaloriza, como está ocorrendo, a dívida se desvaloriza, fica menor, que é o que está ocorrendo.

Mas o outro fator pelo qual o risco dos EUA é zero está no passado de bom pagador - ao contrário da reputação do Brasil, cujos governos de tempos em tempos se orgulharam de dar calotes na dívida externa e cujas lideranças políticas, como as do PT, pregam o calote das dívidas interna e externa.

Aliás, em 2002, quando ficou claro que Lula seria eleito presidente, o mercado olhou para o passado e para os documentos do PT e o que aconteceu? O dólar foi a R$ 4,00, dobrando a dívida externa medida em reais, e o risco Brasil foi a 2.400 pontos.

Depois, o mercado leu a “Carta ao Povo Brasileiro”, na qual Lula prometia manter as bases da política econômica de FHC e, sobretudo, prometia continuar pagando a dívida em dia. Com isso e as ações concretas de Antonio Palocci, o mercado se convenceu de que não haveria calote e as cotações foram voltando.

Ou seja, Lula pediu, sim, o voto do mercado, ao contrário do que disse no mesmo discurso em que criticou as agências.

Já no governo americano, essas questões nunca apareceram. Suas lideranças nunca cogitaram calotes, sempre pagaram em dia.

Tudo isso é fácil de saber, especialmente para um presidente da República.

De maneira que há duas hipóteses para as bobagens ditas pelo presidente Lula. Ou ele sabe disso e fez um discurso populista, jogando, pois, com a ignorância do público. Ou a ignorância é dele.

Escolham a sua hipótese.

O fato é que, do alto de sua popularidade, o presidente, que já se achava, agora parece ter perdido qualquer limite. Ele fala o que lhe dá na telha - e dá cada coisa.

cl disse...

Esta estória do DOSSIÊ, esta excelente.
Pronto para ser DESEMBARALHADO, totalmente pronto.
O Tal do Assessor do Senandor Denorex Alvaro Dias, CONFIRMOU QUE RECEBEU, seje dequem for.
O Senador pertence a CPI dos CARTÕES CORPORATIVOS, então ÉRA E É OBRIGAÇÃO MANTER EM SIGILO,
PORQUE NÃO MANTEVE EM SIGILO?
Ágóra impõe que houve outro?
ENTÃO PORQUE A PF NÃO ACHOU?
hehehehe, ESTÃO FRITINHOS, FRITINHOS O SENADOR DENOREX POR QUEBRA DE DECORO E TEM QUE PERDER O CARGO, E O SEU ESTIMADO ASSESSOR, com certeza vão.
Quem duvida que no final o Senador VAZAdor, vai por a culpa em quem JÁ A ASSUMIU?
O seu assessor é claro.
CHEQUE MATE REI DOIS, como sempre DADO PELO PRÓPRIO PSDB/DEM.
Depois os PTistas é que são aloprados, ta bom, por isto continuam a desaparecer rzrzrzrz, não vai demorar, vão virar estória da carochinha.
Quem duvida?
FUJÕES DE CPI, virando estória da caróchinha é muito bom.

Anônimo disse...

BRASIL DO LULLARAPIO SEM LEI: olha tua cara.
Quadrilha nu puder! COMO DEMORA A JUSTIÇA CONTRA PTRALHAS. Já contra os outros, manda a PF colocar algemas...

Comentário:
Agencia Estado - 13/5/2008 18:57 Aberta ação contra empresários envolvidos no 'mensalão' A 4ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte instaurou uma ação penal contra dois empresários acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de alimentar a conta off shore Dusseldorf Company, pela qual o publicitário Duda Mendonça teria recebido remessas de recursos de uma dívida de campanha com o PT. As investigações do "mensalão" indicaram que a conta foi usada para recolher verbas de caixa dois pagas por meio do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza. A Justiça acatou na quinta-feira denúncia contra os empresários Glauco Diniz Duarte e Alexandre Vianna de Aguilar por prática de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Conforme a acusação, Duarte e Aguilar teriam constituído uma empresa na Flórida, nos Estados Unidos, para operar com troca de cheques, câmbio de moeda estrangeira e remessa de valores. Em seguida, abriram uma conta corrente no BAC Florida Bank em nome da mesma empresa, por meio da qual realizavam operações envolvendo recursos próprios e de terceiros sem a devida declaração à repartição brasileira competente. A conta no BAC Florida funcionava como "autêntica conta-ônibus, uma modalidade de conta que abriga várias outras subcontas, o que permite a dissimulação da natureza, origem, localização, movimentação e propriedade dos valores movimentados", informou o Ministério Público Federal (MPF). Segundo a PGR, no curso das apurações, os peritos encontraram provas de que os acusados mantiveram depósitos no exterior em valores muito acima dos limites legais. Para o MPF, foi valendo-se de tal mecanismo "que Glauco Diniz e Alexandre Vianna foram acionados para proceder à lavagem de quantias provenientes de crimes contra a administração pública e subseqüentes crimes contra o sistema financeiro nacional", praticados pela "organização criminosa" do mencionado "escândalo do mensalão". Os depósitos na Dusseldorf foram feitos por meio da conta mantida no BAC, segundo os procuradores responsáveis pela denúncia. A reportagem não conseguiu contato hoje com os empresários nem com os advogados deles.

Anônimo disse...

Mensalinho de Campanha.
Pagam os PTralhas que vão aplaudir Lulla fazer campanha com o PAC - PAC= Parei Antes de Começar!

Comentário:
Que fome é essa? Se ministro tem fome de tapioca, a comitiva de 40 auxiliares de apoio que acompanhou o presidente Lula em sua viagem ao Pará, em fevereiro de 2004, prefere "quentinhas". Foram nada menos do que 595 refeições, acompanhadas de refrigerantes - haja fome para uma visita que durou cerca de quatro horas. Será a "bolsa marmita" ou a "bolsa ibope", usada para manter o público (sem irritá-lo) aguardando o discurso de Lula, que, apesar de programado para as três e meia da tarde, foi acontecer apenas às 18 horas?
14/5/2008 00:06:57

Nome:Quadrilha nu puder!
ESTÃO ROUBANDO O BRASIL!
Comentário:
Escola petista 2 Com a denúncia pelo Ministério Público Federal ao Superior Tribunal de Justiça contra o ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau, chega a cinco o número de ministros do governo Lula afastados sob suspeita de ter cometido atos ilícitos. São eles: Zé Dirceu, Antonio Palocci, Luiz Gushiken e Anderson Adauto. O petismo parece representar o velho adhemarismo pela metade. Só não faz.
14/5/2008 00:03:55

Nome:Quadrilha nu puder!
ESTÃO ROUBANDO O BRASIL!
Comentário:
Em 1969, novo ministro fez assalto planejado por Dilma Marina Silva, como se sabe, não se bicava muito com Dilma Rousseff, a ministra da Casa Civil. Agora, com a ida de Calos Minc para o Meio Ambiente, Dilma ganha um antigo aliado. E como!!! Eles foram companheiros de armas na organização terrorista VAR-Palmares. Na prática, ela era sua chefe. Minc ? cujos codinomes eram ?Jair?, ?Orlando? e ?José? ? participou diretamente do famoso assalto ao ?cofre do Adhemar?: na noite de 18 de julho de 1969, os terroristas invadiram a casa de Anna Gimel Benchimol Capriglione, amante do ex-governador Adhemar de Barros, e levaram um cofre com US$ 2.800.064, uma fortuna fabulosa. Dilma era o cérebro da operação, junto com Carlos Franklin Paixão de Araújo. Não participou diretamente do assalto porque era considerada ?muito importante? para correr tanto risco. Minc participara antes, no dia 31 de março de 1969, do assalto ao banco Andrade Arnaud, de onde foram levados 45 milhões de cruzeiros. Na ação terrorista, o comerciante Manoel da Silva Dutra foi assassinado.
14/5/2008 00:02:46

Nome:BRASIL DO LULLARAPIO SEM LEI: olha tua cara.
Quadrilha nu puder! COMO DEMORA A JUSTIÇA CONTRA PTRALHAS. Já contra os outros, manda a PF colocar algemas...

Comentário:
Agencia Estado - 13/5/2008 18:57 Aberta ação contra empresários envolvidos no 'mensalão' A 4ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte instaurou uma ação penal contra dois empresários acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de alimentar a conta off shore Dusseldorf Company, pela qual o publicitário Duda Mendonça teria recebido remessas de recursos de uma dívida de campanha com o PT. As investigações do "mensalão" indicaram que a conta foi usada para recolher verbas de caixa dois pagas por meio do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza. A Justiça acatou na quinta-feira denúncia contra os empresários Glauco Diniz Duarte e Alexandre Vianna de Aguilar por prática de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Conforme a acusação, Duarte e Aguilar teriam constituído uma empresa na Flórida, nos Estados Unidos, para operar com troca de cheques, câmbio de moeda estrangeira e remessa de valores. Em seguida, abriram uma conta corrente no BAC Florida Bank em nome da mesma empresa, por meio da qual realizavam operações envolvendo recursos próprios e de terceiros sem a devida declaração à repartição brasileira competente. A conta no BAC Florida funcionava como "autêntica conta-ônibus, uma modalidade de conta que abriga várias outras subcontas, o que permite a dissimulação da natureza, origem, localização, movimentação e propriedade dos valores movimentados", informou o Ministério Público Federal (MPF). Segundo a PGR, no curso das apurações, os peritos encontraram provas de que os acusados mantiveram depósitos no exterior em valores muito acima dos limites legais. Para o MPF, foi valendo-se de tal mecanismo "que Glauco Diniz e Alexandre Vianna foram acionados para proceder à lavagem de quantias provenientes de crimes contra a administração pública e subseqüentes crimes contra o sistema financeiro nacional", praticados pela "organização criminosa" do mencionado "escândalo do mensalão". Os depósitos na Dusseldorf foram feitos por meio da conta mantida no BAC, segundo os procuradores responsáveis pela denúncia. A reportagem não conseguiu contato hoje com os empresários nem com os advogados deles.