sexta-feira, agosto 25, 2006

HELOISA HELENA

Heloisa Helena entrou na disputa presidencial para promover o seu pequeno partido. Mas as circunstâncias fizeram com que ela crescesse, aparecesse e se transformasse na musa dos descrentes e desiludidos. Muitos passaram a ver nela o símbolo máximo da oposição a tudo de ruim que vem marcando a nossa política nos últimos tempos. Ela se declara contra o governo Lula, contra o governo FHC, contra o Congresso corrompido, contra a política econômica neoliberal, enfim, contra tudo e contra todos que, no julgamento dela, cheire à desgoverno e à falta de compromisso com o bem público.Ela se coloca como uma nova justiceira da ética e da moral, combatente incansável das mazelas políticas e defensora dos fracos e oprimidos, isto é , de todos aqueles que o mito criado pela pseudo-sociologia coloca como vítimas de um capitalismo selvagem e perverso. Sua atuação no Congresso criou em torno dela a aura de mulher decidida e corajosa, pronta a desfiar velhos e poderosos caciques da nossa política acomodados no Senado. Mas o que o seu sorriso maroto, o seu discurso contundente e sua aparência propositalmente despojada não conseguem esconder é o seu real compromisso com uma causa politicamente autoritária e historicamente falida, ou seja, a da implantação de um regime socialista no país.

É o que mostra o artigo abaixo, escrito por Christina Fontenelle. Nele, a autora diagnostica alguns elementos do comportamento político da Senadora alagoana, questiona o sposto caráter democrático de seu partido e denuncia a presença destacada em seus quadros de um terrorista italiano - Achille Lollo – fugitivo da justiça do seu país. E finaliza, alertando para o perigo que o seu discurso agridoce pode representar no sentido de iludir a muitos, capazes de se sugestionar pela crença de que um(a) messias será capz de redimir o país e salvar o seu povo. É a mesma fé irracional que levou à eleição de Collor , em 1989 e de Lula , treze anos depois. Deu no que deu.Vamos, então, à leitura, aos comentários e às críticas. (FS)

250806


Candidata “Me-Engana-Que-Eu-Gosto”
Christina Fontenelle

Ela vem chegando empunhando o estandarte da coerência, da ética e da honestidade, assim como Lula, que a muitos enganou antes de chegar à Presidência. Já vimos esse filme: acusar os outros daquilo que se pratica, justamente para poder continuar praticando sem que ninguém desconfie. A imagem é de guerreira implacável contra os inimigos corruptos e de mãe amorosa com os colegas de partido e com as pessoas do povo. Calça Jeans, camiseta branca, cabelos presos, sorriso nos lábios e uma braçada de flores na mão são as peças do uniforme da candidata Heloísa Helena. Ela não precisa de espaço no horário eleitoral gratuito e nem de desperdiçar vultosas quantias com propaganda – a mídia faz um trabalho de marketing promocional “voluntário” dos mais amplos e solidários com a senadora-candidata. A moça tem cobertura de gente grande mesmo. Fora isso, há, por todos os lados, gente graúda e famosa dizendo estar caída de amores pela guerreira de ética.

Em recente entrevista ao Jornal Nacional, na Rede Globo de Televisão, ao ser perguntada por Fátima Bernardes se não seria incoerente apresentar um programa de governo que não pretendia cumprir, Heloísa Helena, respondeu que o objetivo estratégico de um partido é algo que se pensa implementar em 30 anos, 40 anos, ressaltando que talvez quem não fosse militante de partido não entendesse muito bem isso. Eu concordo com a senadora: quem não milita em um partido com as origens do dela não entende mesmo que mentir seja necessário para chegar ao poder; ou seja, como quase ninguém lê programa de partido, fica lá o documento que poderá legitimar futuras ações, mas, da boca para fora, pode-se dizer o que quer que mande a conveniência.


Respondendo à mesma pergunta, a senadora ainda disse que é uma socialista por convicção e que teria aprendido a sê-lo na Bíblia, antes de ler os clássicos da história socialista: “Acho que nada de mais belo existe, a mais bela declaração de amor à humanidade de cada um conforme suas possibilidades e para cada um conforme sua necessidade”. Heloísa Helena já repetiu essa frase, como se da Bíblia fosse, por diversas vezes. É bom que se esclareça que o princípio é bíblico, mas a frase não. Outra coisa: é um princípio que é usado pela Igreja para que se atribua a ela o papel de intermediária no recolhimento e na redistribuição das riquezas – exatamente o mesmo que rege o comunismo, onde se substitui, no caso, a figura da Igreja pela do Estado. Portanto, de bíblico pode até ter um pouco o pensamento da senadora-candidata, mas de cristianismo não (1).


Isso para não falar do fato de Heloísa Helena ter sido expulsa do PT justamente por cobrar do Governo Lula atitudes coerentes com o que estava estabelecido no programa de governo do PT. Hoje, a senadora e candidata à presidência regozija-se da expulsão, com ares de quem já estivesse enxergando os escândalos de corrupção que estavam para estourar com as confissões do deputado Roberto Jefferson sobre o mensalão e outras coisas mais. Na verdade, a senadora foi expulsa porque agia como quem quisesse a “revolução socialista”, segundo os princípios e o próprio programa de governo do partido: "Dediquei toda a minha vida à construção do PT, que agora mudou de lado ao chegar ao governo". Mas, há algo de muito esquisito nesse comportamento revolucionário radical da senadora, assim, pouco antes da crise do mensalão, já que, desde que o PT começou a ocupar as primeiras prefeituras, é sabido que o partido aceitava dinheiro de bancos, de empresas privadas, de multinacionais, entre outras coisinhas bem ilícitas sobre as quais muitos de nós já sabemos faz tempo! Entretanto, HH, Luciana Genro, Babá e outros sempre participaram dos processos eleitorais, apoiando Lula, concorrendo pelo PT e, inclusive, sendo eleitos pelo partido.

Eu costumo desconfiar de fenômenos “casuais” que começam a ter uma função “inesperadamente” bastante útil em qualquer situação e principalmente se isso acontece no mundo da política. E não precisa ser muito velho para isso não – basta, por exemplo, que se tenha presenciado a ascensão e queda do ex-presidente Fernando Collor de Melo. Alguém, por exemplo também, se lembra do fato que acabou redundando na eliminação de Roseana Sarney da corrida presidencial que resultou na vitória a Lula, em 2002? Uma investigação mal feita e abafada acabou culpando justamente aquele que foi prejudicado no processo eleitoral, o candidato José Serra. Só há um comentário a fazer: nos cursos mais elementares de técnicas de investigação, a primeira coisa que se aprende é prestar atenção ao que responda a duas perguntas básicas – 1) A quem interessa? e 2) Quem acabou se beneficiando?

Voltando ao caso de Heloísa Helena, não podemos negar que seu desligamento do PT acabou por resultar na preservação dos princípios revolucionários que, afinal, fazem parte do PT e estão plenamente estabelecidos no Foro de São Paulo. Uma segunda coisa que não se pode negar é que, assim como era Roseana em 2002, uma mulher “ética e guerreira” representa uma tentadora opção eleitoral diante do quadro de caos político em que se encontra propositalmente o país. Outra coisa que não se pode negar é que a candidata do PSOL acabou representando uma alternativa de voto aos eleitores que se decepcionaram com Lula, de modo que seus votos não migrassem para Alckmin, que, aliás, também perde votos para HH, pelo fato de não apresentar as características de guerreiro que a senadora tanto faz questão de realçar na sua campanha e com a qual os eleitores tanto se identificam.


A seqüência de fatos e de conseqüências é tão extraordinariamente harmoniosa que causa estranheza. Parece até que o PT já sabia que os escândalos do mensalão estavam para estourar, com as denúncias de Roberto Jefferson, e que acabou providenciando o desligamento da parte do partido que deveria ser conservada como pura e como futura opção de voto e de continuidade dos ideais revolucionários. A pergunta é: quem se beneficiou afinal com a expulsão de Heloísa H. do PT? No mínimo a própria HH, o socialismo revolucionário e o Foro de São Paulo – o mesmo que ajudou Lula a chegar onde chegou.


O PSOL foi fundado algum tempo depois que a senadora Heloisa Helena e três deputados - Luciana Genro, João "Babá" Batista Araújo e João Fontes – foram expulsos do PT (2). Os argumentos formais para a expulsão foram os votos desses legisladores contra a reforma do sistema previdenciário exigida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e promovida pela administração Lula. Mas não foi só por isso. Heloisa Helena foi acusada de votar 19 vezes contra medidas apoiadas pelo governo no curso de um ano. Ela e outros membros da ala radical do PT vinham entrando em choque com a liderança partidária desde a campanha presidencial de 2002, quando se opuseram à escolha de José Alencar para vice-presidente - grande empresário do ramo têxtil e dirigente do PL e de uma igreja evangélica.


O site do PSOL (http://www.psol.org.br/) mostra o programa do partido, oferece links para os mais diversos movimentos revolucionários. Vale a pena dar uma olhada para que se tenha a medida exata do que está por trás da candidata “mãe-de-todos”, Heloísa Helena. Co-fundador do P-SOL, o companheiro de lutas de HH, Achille Lollo, escreve artigo sobre os fundamentos do partido (http://www.psolsp.org/?id=548). Não há, entretanto, menção a quem seja Achille Lollo, nem no site do P-SOL nem por parte da mídia de grande alcance.


Achille Lollo é um italiano que militava no Partido Operário nos Anos de Chumbo do terrorismo na Itália. Num episódio que chocou aquele país, em 1973, Lollo e dois companheiros de partido participaram do atentado que ficou conhecido como “Rogo di Primavalle” (incêndio de Primavalle, um bairro da cidade de Roma), onde morreram dois dos filhos de Mario Mattei - gari e secretário da seção do MSI (Movimento Social Italiano, de direita) daquele bairro. Mattei, sua mulher e seus seis filhos moravam em um pequeno apartamento da Rua Bibbiena. Lollo e seus dois comparsas jogaram 5 litros de gasolina por baixo das entradas da residência onde a família vivia e atearam fogo. O casal conseguiu escapar, junto com quatro filhos; mas Virgilio, de oito anos, não conseguiu sair de seu quarto e Stefano, seu irmão de 22 anos, tentou salvá-lo, mas não conseguiu e os dois morreram queimados.

Em 1987, Achille Lollo e os dois companheiros de partido foram julgados e condenados a 18 anos de prisão. Lollo cumpriu 2 anos e os outros dois nunca foram localizados. Consta que Lollo teria sido solto para cumprir o resto da pena sob condicional, mas, ele fugiu da Itália e veio para o Brasil. Em 1993, como parte da nova ofensiva do Ministério Público italiano contra os procurados por terrorismo no exterior, o governo italiano pediu a extradição de Achille Lollo (3). Entretanto, o governo brasileiro negou-se a extraditá-lo, sustentando que, pela nossa Constituição, “não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião”. Assim, ele vive até hoje no país, mas não como um simples e pacato cidadão que, pela situação de fugitivo da justiça italiana, se imaginaria dever ser seu comportamento. Ao contrário, ainda um cidadão italiano, Achille Lollo é Presidente da Associação para o Desenvolvimento da Imprensa Alternativa (Adia), é diretor e editor da revista trimestral Crítica Social e, ao lado da senadora Heloísa Helena, co-fundador do PSOL, partido cujo jornal oficial publica artigos de teoria marxista de sua autoria.


No Blog Síndrome de Estocolmo pode-se ler a declaração de um brasileiro que vive na Itália e que acompanha o caso do incêndio de Primavalle (http://www.sindromedeestocolmo.com/). O texto diz o seguinte:
“O grande Flávio Prada deixou essa excelente contribuição para o post: _ ‘Denise, o caso Achille Lollo é ainda muito comentado por aqui... Somente recentemente ele falou do caso. Disse que a intenção não era matar, mas apenas... de deixar um sinal forte de advertência. Porém, deixou nas entrelinhas, também, que a morte de um fascista não era assim um crime tão grave, era antes, a conseqüência da luta revolucionária... No fim, ele sustenta que foi um acidente... Eles foram armados de gasolina, ácido dentro de preservativos e um estopim. Diz que ninguém botou fogo em nada, pois o preservativo estourou e eles saíram correndo deixando tudo lá. Ele jura até hoje que ouviu vozes do outro lado da porta dizendo: "Eles chegaram" em uma evidência de que estavam sendo esperados. Todo seu depoimento, depois de trinta anos de "silencio ideológico", tenta jogar luz nesse fato, de que o atentado que foi planejado por eles, não deu certo e que foi concluído por outro alguém com o objetivo de culpá-los. Uma história muito obscura e cheia de contradições... O que sobra de tudo isso é que Lollo tem uma história de terrorista e fugitivo, não se mostra particularmente arrependido por isso e parece atuar ainda no mesmo espectro político de sempre...’”.

Mas, como não poderia deixar de ser, Heloísa Helena tem outros companheiros no partido e na coligação PSol-PSTU-PCB pela qual ela concorre à presidência da república. Victor Madeira, dirigente do Partido Comunista Revolucionário (PCR) e diretor do Sindicato dos Servidores Públicos Federais é um deles. Madeira disse, durante o lançamento oficial da candidatura de HH, no Rio de Janeiro, entre outras coisas, que a meta do seu partido "é eleger Heloísa Helena pelo voto, mas a implantação de um regime socialista por meio do uso de armas também não está descartada", e mais, que "se me perguntarem se fazemos treinamentos com armas, não vou dizer que sim e também que não. Obviamente não vamos entregar o jogo". Ações inconstitucionais também foram defendidas pelo candidato a deputado federal pelo PCB Ivan Pinheiro: "Venceremos pelo voto, mas não descartamos uma militância por meios não institucionais”. Nesse dia, uma empolgada Heloísa dedicou sua campanha aos mortos durante o regime militar e exaltou o companheiro César Benjamin, antigo dissidente do PT e candidato a vice na chapa da senadora, por ter sido “torturado nos porões”, sem ter por isso entregado seus companheiros.

Depois de ler tudo isso sobre os companheiros de HH, vejam com que tamanha incoerência a candidata termina sua entrevista no Jornal Nacional, falando sobre o que considera um bom governo: “Um governo que possa acolher as crianças brasileiras e a juventude brasileira, do mesmo jeito que eu, mãe, acalento os meus próprios filhos. E eu quero também agradecer o carinho, a delicadeza, as flores e os beijinhos que a gente tem recebido nas nossas caminhadas pelo Brasil. É uma luta que tem que fazer nascer um Davi por dia nos nossos corações, nós estamos firmes, fé em Deus e fé na luta do povo sempre”.
Um discurso que ofende a inteligência de quem é bem informado nesse país e uma propaganda enganosa explícita para a maioria propositadamente desinformada dos brasileiros. Uma verdadeira engana “trouxas”!

Fonte: http://infomix-cf.blogspot.com/

8 comentários:

Fora lulla disse...

A HELOISA HELENA FOI EXPULSA DO PT PELO LULA E O CANGACEIRO JOSÉ DIRCEU PORQUE TEM VERGONHA NA CARA, DEFENDE A ÉTICA NA POLÍTICA, TEM COMPROMISSO COM A DECÊNCIA. O LULA É UM CHEFE DE QUADRILHA, TRAIDOR DO POVO, QUE USOU A BANDEIRA DA ÉTICA NA POLÍTICA PARA LIMPAR A BUNDA. O LULA COMPRA VOTOS NO CONGRESSO COM O MENSALÃO E AMBULÂNCIAS PARA OS SANGUESSUGAS E COM ESMOLAS PARA OS FAMINTOS. A HISTÓRIA COMEÇA AGORA A REGISTRAR O ÓBVIO, ATRAVÉS DO EX-ASSESSOR DE IMPRENSA DO ANALFABETO: O LULA É MESMO O CHEFE DA QUADRILHA DO MENSALÃO.

ant Oliv disse...

A candidata Heloisa Helena na ansia de ganhar alguns segundos de fama está saindo do cenario politico por pura burrice e orgulho pessoal pois poderia se candidatar a reeleição para o senado e se candidatar como a verdadeira oposição em 2010, ou cair em desgraça por se juntar com arthur virgilio, agripino maia, acm, alvaro dias, mão santa e outros, mas é bom que ela sais de cena agora pois deverá ser uma decepção caso viesse a se eleger em 2010. Tchau Heloisa ...

ant Oliv disse...

A candidata Heloisa Helena na ansia de ganhar alguns segundos de fama está saindo do cenario politico por pura burrice e orgulho pessoal pois poderia se candidatar a reeleição para o senado e se candidatar como a verdadeira oposição em 2010, ou cair em desgraça por se juntar com arthur virgilio, agripino maia, acm, alvaro dias, mão santa e outros, mas é bom que ela sais de cena agora pois deverá ser uma decepção caso viesse a se eleger em 2010. Tchau Heloisa ...

Anônimo disse...

Apesar da mídia não noticiar, há uma tendência nas pesquisas que está se espalhando que nem rastilho de pólvora: Heloísa Helena já ultrapassou Alckmin Daslu em vários estados: RJ, BA, AL, RN e essa tendência está se espalhando pelo Nordeste inteiro! Até em Pernambuco a Helô já é 2ª colocada! Alckmin Daslu Opus Dei Dou e Darei 500 Fornos de Padaria, Muita Grana Pro Jhia e Muitas TVs a Plasma Pro Pessoal do PCC chegará, em 1º de Outubro disparado em... 3º lugar, atrás, bem atrás da Helô!

Rosena disse...

T

Fernando Tb não gosto de Heloisa. Mas acho que neste momento o alvo deve ser o molusco. temos que tirar Lula do poder e precisamos encher a bola da HH para haver o segundo turno Vc não pensa assim?

AVISO disse...

Leia na Veja: Humberto (PT) é indiciado vampiro 25/08/2006 12:03
a Polícia Federal pediu o indiciamento de HUMBERTO COSTA como membro da máfia dos vampiros - esquema de superfaturamento de hemoderivados desarticulado pela PF em 2004.

Leia amanha na revista VEJA em todas as bancas do pais!

+ Vampiro
+ Sanguessuga
+ Mensalão


LULA + HUMBERTO
É RUIM PARA O BRASIL
É PIOR PRA PERNAMBUCO

* espalhe esta notícia //

sofia disse...

Heloísa Helena não é um fenômeno “casual” que tem uma função “inesperadamente” bastante útil em qualquer situação e principalmente no mundo da política. Para quem acompanha toda trajetória da senadora, percebe-se que ela sempre foi guerreira, lutadora, firme em seus princípios políticos, firme em seus ideais políticos, radical até demais. Se gosto ou não destes princípios ideais, da visão socialista de um sistema de sua postura socialista são outras coisas. Talvez por isso mesmo, por ela não ser “ainda” um vira-casaca e manter sua posição firme naquilo que ela acredita, ela está tendo um crescimento mais acelerado em relação aos demais candidatos. Será importante para nós brasileiros termos o segundo turno na eleições e sentir o gostinho de ver o Lula lutando para ser reeleito, ir a dabates, suando a camisa, não apenas falando abobrinhas, precisando ser mais coerente com seu partido. O que aliás, ele está fazendo de tudo para desvincular sua imagem dele. Só por isso valerá a pena votar nela ou em um dos demais candidatos.

Anônimo disse...

Até que votaria nela pela foto acima.Sua imagem sem dúvida é melhor do que a de LUla