domingo, julho 30, 2006

O PÚBLICO E O PRIVADO

Para muitos observadores,O presidente Lula tem uma personalidade que o identifica à do brasileiro médio. Intuitivo, sagaz, falastrão, bom de copo, torcedor do Corinthians, pouco afeito aos estudos e ao trabalho duro, estas características pessoais do presidente é que lhe dão o “carisma”que o faz querido entre a população pobre e menos informada do país. Esta mesma que será responsável pela sua provável reeleição. O problema é quando estes traços de personalidade não combinam com as virtudes que se espera de um homem público,em especial do supremo mandatário do País.A economista Adriana Vandoni vê muito mais do que apenas isto. Ela enxerga em Lula aquilo que ela chama de “psicótico múltiplo destituído de consciência moral e ética, de discernimento do que é seu ou do outro, sem limites”.O comportamento de Lula durante seus três anos e meio de mandato, e especialmente agora na campanha eleitoral dão razão à autora, cujo artigo, por interessante, reproduzo aqui. ( FS )


O PÚBLICO E O PRIVADO

Adriana Vandoni

O Presidente da República usou carro oficial no seu comício. Usou um bem público em benefício próprio. Eureca!, encontrei a diferença entre Lula e o povo brasileiro. De quem é o bem público? Deveria ser de todos nós. Mas a cultura brasileira diz que o bem público é de ninguém e para Luiz Inácio o bem público é dele.

Lula nunca soube fazer a diferença entre o que é dele, do partido ou do Brasil, não por maldade, mas por ninguém ter ensinado. Na infância e juventude isso nunca tinha feito parte dos seus pensamentos e ele ainda era povo, logo, a pracinha de perto da sua casa era de ninguém.

Lula foi inventado por Zé Dirceu e alguns intelectuais. Muitos desses já deixaram o PT e hoje são anti-Lula. Perceberam que criaram não um monstro, mas um ser disforme e incompleto.

Lula era um líder sindical. Sim, isso é indiscutível. Mas quem o transformou em um líder que defendia uma ideologia foi uma meia dúzia ou mais de intelectuais marginalizados pelo regime, que para passarem a existir politicamente, precisavam de um Ser com algumas habilidades: ser um bom orador para a massa de trabalhadores, que falasse a língua do povo sem compromisso com a teoria. Alguém que não possuísse capacidade de percepção de riscos e que se mostrasse tão destituído de idéia que conseguisse burlar a rígida Lei de Segurança Nacional e passasse pelo sistema sem representar uma ameaça. Alguém que mesmo com restrita habilidade intelectual, possuísse capacidade de reprodução, isto é, poderiam colocar na cabeça dele o que deveria fazer ou falar.

Esse homem era Lula. Perfeito!

Os pensadores do PT já tinham o líder, agora precisavam inventar a esquerda. Partiram do marco zero. Desprezaram tudo que já existia no Brasil em termos de luta revolucionária e se colocaram como os primeiros. O momento ajudou, claro. Lula foi feito presidente do partido e líder das massas. Os pensadores passavam a ele as diretrizes, cuidavam da vida dele, instruíam como deveria agir, pensar e falar. Sua família virou o partido e sua vida foi se mesclando com o PT. Não o ensinaram a diferenciar o que era dele e o que era do partido, mesmo em termos físicos, da estrutura física mesmo, dos bens do partido. A sede do partido era uma extensão da sua casa. Era seu trabalho e seu lazer.

Viajava pelo Brasil e pelo mundo e nunca soube quem pagava as despesas. O partido tratava desse assunto. Tinha, e isso é fato, clara noção de como os operários/trabalhadores/militantes contribuíam com para a criação do PT. Aliás, essa é uma reclamação de muitos que hoje são senhores aposentados e vivem com míseros salários. Assim como no filme de Elia Kazan, “Sindicato dos Ladrões”, os operários do ABC eram induzidos a entregar parte dos seus salários para a construção de um “ideal”. Os que não aceitavam, eram marginalizados pelos outros, com eles era feita uma espécie de pressão que os fazia sentir politicamente incorretos. Não existia o meio termo, quem não contribuía era do mal e os outros do bem. Acabavam cedendo. Assim nasceu Lula.

A personalidade do presidente sempre me intrigou. Procurei algumas descrições da psiquiatria tentando encaixá-lo, mas ele é um mix. Lula possui vários tipos de Transtornos de Personalidade. É um psicótico múltiplo, se é que isso existe. Apresenta traços de Transtorno Dependente, aquele que tem dificuldades para tomar decisões e necessita que os outros assumam a responsabilidade de seus atos. Por mais incrível que pareça, Lula apresenta sinais de Transtorno anti-social, descrito como aqueles que “desrespeitam e violam os direitos dos outros, não se conformando com normas. Mentirosos, enganadores e impulsivos, sempre procurando obter vantagens sobre os outros”. Luis Inácio apresenta também traços de psicopatia narcisística, definida como: “auto-referência excessiva, grandiosidade, tendência à superioridade e exibicionismo, dependência excessiva da admiração por parte dos outros, superficialidade emocional, crises de insegurança que se alternam com sentimentos de grandiosidade”.

Esse foi o produto da invenção de Zé Dirceu e seus amigos, um ser de comportamento Psicótico, destituído de consciência moral e ética, de discernimento do que é seu ou do outro, sem limites.

Essas pessoas não conseguem captar que o que é de todos não é só seu. Em termos mais simples, imagine que eu fosse governadora e para conseguir algo em benefício próprio, tipo um empréstimo privado, eu desse como aval um pedaço do Estado.


Fonte:http://www.diegocasagrande.com.br/

6 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns Fernando pela escolha deste artigo.
Nunca vi, li uma descrição tão perfeita sobre o presidente.
Um psicótico múltiplo.

Pedro M disse...

A oposição desesperada apela para tudo. passa até a chamar o presidente de doido.Loucos vão ficar vcs quando Lula subir a rampa do Planalto para mais quatro anos de poder. Vcs verão que não adiantaram coisa nenhuma as sucessivas tentativas d e golpe. lua realizara mais pelo apís do que toda a tucanalha reunida ja fez. Aliás só fez cagada

mn disse...

Luis Inácio apresenta também traços de psicopatia narcisística, definida como: “auto-referência excessiva, grandiosidade, tendência à superioridade e exibicionismo, dependência excessiva da admiração por parte dos outros, superficialidade emocional, crises de insegurança que se alternam com sentimentos de grandiosidade”.
ACHO QUE A AUTORA APELA. POR ACASO É PSICÓLOGA, PSIQUIATRA , ANALISTA OU COISA PARECIDA, E JA TEVE CONTATO DIRETO COM O PRESIDENTE?
SE NÃO FIQUE QUIETINHA!!!

Anônimo disse...

Bem dito, diria o Benedito. (Médio? Que é médio, no caso? TEm que ser "bom de copo", isto é: viciado em alcool, falastrão e coisas tais, para ser médio? Quem não é "médio" é o quê? Para ser médio então é preciso "encostar o umbido no balcão de botecos, tomar todas as branquinhas e comer os "quitutes" normalmente apresentados, como linguiças, mortadelas, queijinhos, etc...para ser médio. Só dar atenção à familia depois do "boteco", gritar com a "escrava da patroa" por estar a comida fria, os garotos com cara de choro, não querer saber se vão bem na escola, sem tem febre ou estão com dentes podres. É isso ser "médio"??? Conheço "médio" que só chega bebado em sua casa, urina no tapete, não toma banho e ainda bate na mulher e nas crianças. É isso o "médio". Desgraçadamente este não é um pais de um povo que se prime por algo de bom. E o seu representante máximo é a cópia, malfeita ainda, desse povo, fraco, covarde, aproveitador, "pindurador de boteco" e coisistas más. O Brasileiro, tem o que merece ter, por sua ignorância, preguiça e estupidez. E sempre que muda o "chefão" o faz cada vez pior, em todas as instâncias. Parecem hienas, que se perfumam com carniça, comem carniça, vivem rindo, sem saber do que riem.

Fernando Soares disse...

Pois é , Anônimo. É aquela história do "cada povo tem o líder que merece". Acontece que eu , voce e muitos não merecemos tal líder - ou merecemos?-, mas temos que pagar o preço da democracia. O brasileiro "médio" preferiu assim, e assim será.O que nos resta, então? Protestar, denunciar, até o dia em que , quem sabe?,a cara do povo mude, e com ela a cara dos nossos dirigentes.

Anônimo disse...

vcs ja tiveram a sua hora e não precisam de escola publica nem se preocupar quanto custa o oleo, arroz,feijão e a carne moida,pq pobre não usa o alho. então pq ficarem gastando seu latim e latindo, deixe o LULA LA PRA QUE DISTRIBUA CADA VEZ MAIS RENDA ENTRE AQUELES QUE PRECISAM, SE NÃO ESSES VÃO INVADIR A SUA PRAIA. LULA LA DENOVO